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PF faz operação contra Cláudio Castro e Ricardo Magro

Operação Sem Refino da Polícia Federal mira a Refit; 17 mandados de busca e sete afastamentos são cumpridos no Rio, São Paulo e DF, envolvendo Cláudio Castro e Ricardo Magro

Cláudio Castro — Foto: Willian Volcov / Valor
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  • A Polícia Federal deflagrou a operação Sem Refino para investigar a Refit, antiga Refinaria Manguinhos.
  • Foram cumpridos dezessete mandados de busca e apreensão e sete medidas de afastamento de função pública nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal.
  • Entre os alvos estão o empresário Ricardo Magro, dono da refinaria, e o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL).
  • A operação, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, acontece no contexto da ADPF das Favelas, sobre relação entre crime organizado e o poder público no Rio.
  • a PF investiga possíveis fraudes fiscais, ocultação patrimonial e inconsistências relacionadas à Refit; a defesa de Castro afirma não ter conhecimento da motivação das buscas.

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta sexta-feira a Operação Sem Refino, que investiga negócios envolvendo a Refit, antiga Refinaria Manguinhos. A ação mira possível fraude fiscal, ocultação patrimonial e inconsistências relacionadas à refinaria.

Entre os alvos estão o empresário Ricardo Magro, proprietário da Refit, e o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, filiado ao PL. A PF cumpre 17 mandados de busca e apreensão e 7 medidas de afastamento de função pública.

A operação ocorre nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal. O caso está sob coordenação do STF, autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, no âmbito da ação conhecida como ADPF das Favelas, ligada a investigações sobre relações entre crime organizado e poder público.

Alvos e mandados

A PF investiga possíveis irregularidades fiscais associadas à refinaria e sua gestão, com foco em transações ligadas à Refit. A ação busca esclarecer ocultação patrimonial e falhas de compliance que possam caracteriza infrações.

Apesar da repercussão política, a defesa de Castro afirma que não tem conhecimento da motivação das buscas determinadas pelo STF. Não houve, até o momento, conclusão oficial sobre quais documentos devem ter sido apreendidos.

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