- O senador Carlos Viana afirma que a coleta de assinaturas para a CPMI do Banco Master está no terceiro dia sem adesão significativa da base governista.
- Até o momento, apenas Fabiano Contarato, da base do governo, assinou o requerimento, segundo o senador.
- Rogério Marinho, líder da oposição no Senado, e Flávio Bolsonaro já assinaram o pedido.
- Os líderes do governo no Senado e na Câmara ainda não assinaram, e Viana cobra posicionamento claro do Palácio do Planalto.
- A articulação ocorre em meio a investigações da Polícia Federal sobre o Banco Master e o empresário Daniel Vorcaro, com a oposição defendendo apuração de fraudes e possíveis ligações políticas.
O senador Carlos Viana (PSD-MG) afirmou que a coleta de assinaturas para a CPMI do Banco Master avançou pouco entre a base governista. O pedido já conta com o apoio de Rogério Marinho (PL-RN) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Viana destacou que apenas Fabiano Contarato (PT-ES), da base governista, já aderiu oficialmente ao requerimento. Ele disse que os líderes do governo no Senado e na Câmara ainda não assinaram.
Em publicação nas redes sociais, o senador cobrou posicionamento dos líderes governistas, destacando que a decisão sobre apoiar ou não a CPMI cabe ao Palácio do Planalto. A fala ocorreu nesta sexta-feira, 15/5.
Progresso da CPMI e posições
A articulação para a instalação ocorre no contexto de investigações da Polícia Federal sobre o Banco Master e o empresário Daniel Vorcaro. A oposição sustenta que a comissão deve apurar fraudes, vazamento de informações e possíveis ligações políticas.
Parlamentares de oposição defendem que a comissão seja ampla e sem blindagens. O tema é visto como relevante para esclarecer eventuais irregularidades no setor financeiro relacionados ao caso.
Segundo Viana, o governo precisa decidir se apoia uma apuração profunda ou mantém apenas discurso. A reportagem busca entender o desfecho das assinaturas nos próximos dias.
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