- Uma funcionária do Senado afastou o financiamento de segurança que poderia cobrir o salão de baile de 400 milhões de dólares do pacote de gastos, colocando em risco o objetivo republicano.
- A parlamenarista Elizabeth MacDonough interpretou as regras e pode impedir que o dinheiro vá para a Secretaria de Segurança, no pacote de gasto de 72 bilhões de dólares.
- Se não conseguirem, os Republicanos podem tentar revisões para obter a aprovação da parlamenarista; caso contrário, o financiamento relacionado ao salão pode não entrar na votação.
- Os Democratas, que se opõem ao gasto sem reformas anunciadas, afirmaram que o tema é inadequado neste pacote focusing em imigração e outros itens.
- O salão está previsto para ficar pronto até setembro de 2028; Trump diz que a construção será bancada por doadores privados, mas há interesse em financiamento público para segurança.
A oficial do Senado que atua como paramentariano retirou, no sábado, o financiamento de segurança ligado ao projeto de salão de US$ 400 milhões no White House do pacote gigantesco de gastos. A decisão de Elizabeth MacDonough pode inviabilizar o uso de recurso público para a estrutura de proteção ao redor do salão.
Os republicanos insistem em destinar US$ 1 bilhão ao Serviço Secreto para melhorias de segurança, incluindo o salão. Os democratas argumentam que esse dinheiro não pertence ao texto e que a medida fere regras procedimentais do Senado.
Com a retirada, cresce a possibilidade de o financiamento ficar fora do pacote de US$ 72 bilhões, que tramita com apoio de deputados alinhados ao governo e oposição de parte da oposição. A viabilidade de aprovar o tema depende de eventuais revisões do texto pelo grupo majoritário.
Impasse e próximos passos
Democratas afirmam ter atuado para impedir que a verba pública fosse destinada ao salão, citando custo elevado em meio a pressões inflacionárias. A bancada republicana avalia reescrever o texto para obter a aprovação sem apoio democrata, usando regras orçamentárias vigentes.
O projeto, ainda relacionado a medidas de imigração, tramita em posição de prioridade na agenda do Senado. O andamento depende de como a bancada irá contornar a decisão da paramentariana e de eventuais alterações na redação do pacote.
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