- Lula criticou a condução da Operação Lava Jato durante evento da Petrobras no interior de São Paulo.
- Disse que o jeito de combater a corrupção é “mandar prender o dono da empresa” ou romper contrato sem prejudicar os trabalhadores.
- Comentou que, há dez anos, sindicalistas eram chamados de ladrão e citou um grupo de direita dentro da Petrobras em defesa de falcatruas envolvendo Sérgio Moro.
- Afirmou que o objetivo da ação da época seria prejudicar a imagem da Petrobras, segundo ele.
- Concluiu que a Petrobras é brasileira, não desiste e que a empresa ficará mais forte no futuro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou de um evento da Petrobras no interior de São Paulo, onde criticou a condução da Operação Lava Jato e contestou o método utilizado para combater a corrupção.
Em tom direto, Lula afirmou que a estratégia correta para enfrentar desvios seria responsabilizar quem comanda a empresa, inclusive com medidas como determinar prisões ou romper contratos, sem prejudicar trabalhadores.
O discurso mencionou, ainda, que se uma empresa da Petrobras estivesse envolvida em corrupção, a resposta seria punir os responsáveis, preservando os empregos e os direitos dos trabalhadores.
O petista lembrou episódios do passado, citando manifestações de apoiadores com camisas alaranjadas e acusando setores de oposição de associar trabalhadores a ladroaria, em referência ao período da Lava Jato sob o comando de Sérgio Moro.
Para ele, as ações da época teriam sido usadas para prejudicar a imagem da Petrobras, e não para fortalecer a empresa. Afirmou que a Petrobras é brasileira e que o público não desiste.
Por fim, Lula ressaltou que a empresa continua relevante para o Brasil e que a nação manterá a Petrobras firme, com a expectativa de avanços e fortalecimento no futuro.
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