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Senador Cassidy não se arrepende do voto de impeachment de Trump após derrota na LA

Cassidy diz não se arrepender de votar pela condenação de Trump, mesmo após derrota nas primárias da Louisiana

Bill Cassidy speaks to supporters during an election night watch party on 16 May 2026 in Baton Rouge, Louisiana.
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  • O senador Bill Cassidy, da Louisiana, disse não se arrepender de ter votado pela condenação de Donald Trump no impeachment de 2021.
  • Cassidy retornou ao Capitólio após perder a reeleição na primária, resultado promovido pelo endosso de Trump a um de seus oponentes.
  • O republicano afirmou que votou para defender a constituição, mesmo reconhecendo que isso pode ter custado seu assento.
  • Sobre o futuro, Cassidy não descartou votos em medidas democratas, citando incerteza sobre a próxima proposta para encerrar a guerra no Irã e criticando um fundo de quase $1.8bn para compensar aliados de Trump.
  • A disputa pelo seu cargo na Louisiana terá runoff em 27 de junho entre Julia Letlow, apoiada por Trump, e John Fleming; colegas republicanos reagiram de forma variável.

Bill Cassidy, senador republicano pela Louisiana, afirmou ao retornar ao Capitólio que não se arrepende de seu voto de 2021, quando votou pela condenação de Donald Trump no impeachment da primeira gestão. A afirmação ocorreu após a derrota na eleição primária da Louisiana, com apoio de Trump a um oponente rival.

A decisão de Cassidy, tomada em meio a anos de esforço para manter apoio ao ex-presidente, gerou críticas entre aliados e questionamentos sobre seu futuro político. O republicano mencionou que votar para defender a constituição teve valor, mesmo diante da perda de mandato.

Cassidy reconheceu que o resultado eleitoreiro foi previsível aos olhos de muitos, mas manteve o tom de que agiu pelo interesse constitucional. Em sua leitura, a atuação foi compatível com o interesse nacional, sem aventar ataques diretos a Trump.

O senador retornou ao Washington DC com humor diferente do habitual, dizendo estar satisfeito com sua conduta em relação à lei e à Constituição. Não confirmou se pretende disputar novamente, citando o desgaste político gerado pela postura tomada em 2021.

Entre os colegas, a reação foi mista. O senador John Kennedy, da Louisiana, afirmou concordância com a derrota anunciada de Cassidy e comentou que o pleito para a cadeira dele ocorrerá em 27 de junho, com Julia Letlow e John Fleming na disputa secundária. A fidelidade a Trump seguiu como tema de debate.

Lindsey Graham, aliado próximo de Trump, reiterou críticas aos opositores do ex-presidente em entrevistas coletivas, enquanto Cassidy evitou críticas diretas ao republicano. Em contrapartida, Lisa Murkowski expressou pesar pela saída de Cassidy do Senado e a relação de trabalho que tinham.

Sobre temas recentes, Cassidy opinou de forma cautelosa sobre um novo fundo próximo a Trump, destinado a compensar aliados que se julgam injustiçados. O político ressaltou a importância de precedentes legais e de a Câmara avaliar propostas, não apenas ações executivas.

No geral, Cassidy destacou que a votação de 2021 foi um marco e que, apesar da derrota eleitoral, manteve orgulho de ter agido conforme sua leitura da Constituição. Questionado sobre futuras candidaturas, limite prudente foi indicado, mantendo portas potencialmente fechadas.

Contexto e desdobramentos indicam que a trajetória de Cassidy permanece sob escrutínio, enquanto outros republicanos de alta expressão evitam comentar o caso. A eleição residual em Louisiana segue com foco na composição futura do Senado e nas alianças que moldarão a linha party-line.

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