- Zema (Novo) e Renan Santos (Missão) criticaram as explicações de Flávio Bolsonaro sobre o encontro com Daniel Vorcaro, dizendo que não são convincentes.
- O áudio divulgado mostra Flávio pedindo dinheiro a Vorcaro para financiar um filme sobre o pai; ele confirmou ter visitado a casa do banqueiro em novembro, após a primeira prisão de Vorcaro.
- Flávio afirma que a visita foi para encerrar a história e, se soubesse da gravidade, buscaria outro investidor.
- Renan Santos afirmou que Flávio precisa de ajuda e não tem condições de ser pré-candidato a absolutamente nada, sugerindo que deveria ir a uma clínica.
- Ronaldo Caiado adotou postura diferente, dizendo que quem tem problemas, em qualquer esfera, deve prestar contas, mas que não cabe aos pré-candidatos fazer juízo de valor sobre as pessoas.
Onda de críticas envolvendo Flávio Bolsonaro, Romeu Zema e Renan Santos ganhou novos contornos após o surgimento de áudio em que o ex-banqueiro Daniel Vorcaro é citado. Os pré-candidatos questionaram as explicações apresentadas por Flávio sobre o encontro com Vorcaro, ligado a Vorcaro e ao projeto de filme sobre o pai.
Flávio Bolsonaro confirmou ter visitado Vorcaro em novembro, após a primeira prisão do empresário, segundo ele para encerrar a controvérsia. A justificativa é de buscar encerrar a história, sem revelar mais detalhes sobre o conteúdo da conversa.
Renan Santos, do Missão, publicou vídeo nas redes sociais dizendo que Flávio precisa de ajuda e não tem condições de ser pré-candidato, alegando descrença na narrativa apresentada. Já Zema, do Novo, questionou a explicação de Flávio sobre o encontro.
Contexto
Ronaldo Caiado, ministro do PSD, evitou críticas diretas a Flávio Bolsonaro e disse que quem tem problemas judiciais ou políticos deve prestar contas à sociedade. Ele afirmou que não cabe a pré-candidatos fazer juízo de valor sobre pessoas, ao comentar o episódio em São Paulo.
Entre na conversa da comunidade