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Senador apresenta código de conduta para agentes públicos, do STF ao governo

O líder do MDB no Senado, Eduardo Braga, apresenta PEC para criar código de conduta de agentes públicos, citando Caso Master e uso indevido de emendas

Eduardo Braga propôs criação de regras para agentes públicos
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  • O líder do MDB no Senado, Eduardo Braga, apresentou uma PEC para criar um código de conduta para agentes públicos, abrangendo desde vereadores até ministros do STF.
  • A proposta foi protocolada nesta quarta-feira (20) e busca coibir mau comportamento e melhorar a conduta na administração pública.
  • Braga citou o escândalo do Banco Master e desvios de emendas parlamentares como justificativa para a iniciativa.
  • O texto estabelece proibições como uso de informações públicas para benefício próprio e recebimento de presentes ou contratos com pessoas ou empresas relacionadas ao trabalho.
  • Além disso, prevê regras de transparência e declaração pública de recebimento de valores; o projeto ainda depende de debates no Senado e de aprovação pela Câmara.

O líder do MDB no Senado, Eduardo Braga, apresentou uma Proposta de Emenda à Constituição para criar um código de conduta para agentes públicos. O objetivo é estabelecer regras claras para servidores e políticos, desde vereadores até ministros do STF. A PEC foi protocolada nesta quarta-feira, 20, no Senado.

Braga justificou a iniciativa citando o Caso Master e desvios de emendas parlamentares como motivadores para o fortalecimento da ética na gestão pública. O texto aponta como foco o combate a condutas inadequadas e a melhoria da conduta administrativa.

Entre as propostas, está a proibição do uso de informações públicas em benefício próprio e a restrição a recebimento de presentes ou contratos com entidades ligadas ao trabalho exercido. Também prevê regras de transparência e declarações públicas de valores recebidos.

O texto detalha ainda a necessidade de registros de transparência, bem como a divulgação de informações financeiras por parte dos agentes públicos. A proposta busca ampliar o controle e a fiscalização sobre atuação política e administrativa.

Segundo Braga, um conjunto de condutas inadequadas inclui fraudes em licitações, venda de sentenças, superfaturamento de obras, uso indevido de emendas e lavagem de dinheiro. Ele afirma que o tema merece estudo contínuo pelo Congresso.

O projeto ainda precisa passar pelo Senado e receber parecer da Câmara dos Deputados. A tramitação envolve debates, votações e возможidades de ajustes, antes de eventual aprovação ou rejeição.

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