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Van Hattem e aliados tentam revertir suspensão na Câmara

Deputados recorrem à Comissão de Constituição e Justiça para tentar reverter suspensão de dois meses imposta pelo Conselho de Ética por obstrução no plenário em agosto de 2025

Deputados afirmam que unificação dos processos prejudicou direito de defesa e afirmam perseguição política nas redes sociais
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  • Deputados Marcel van Hattem, Zé Trovão e Marcos Pollon recorreram à Comissão de Constituição e Justiça da Câmara contra a suspensão de dois meses de mandato determinada pelo Conselho de Ética por obstrução na Mesa Diretora em 2025; a penalidade ainda depende de aprovação no plenário.
  • Os legisladores questionam a fusão das três representações em um único parecer, afirmando que isso prejudica o direito de defesa de cada um.
  • O regimento da Câmara permite recurso à CCJ em casos de suposta falha ou abuso procedimental nas discussões do Conselho de Ética.
  • Em vídeo, Van Hattem afirma perseguição política e Zé Trovão reforça defesa de apoiadores, dizendo que o único crime foi defender a anistia.
  • O episódio ocorreu nos dias cinco e seis de agosto de dois mil e vinte e cinco, quando oposicionistas ocuparam o plenário por mais de trinta horas, levando a advertências da direção da Casa e a censuras a dezoito ou mais envolvidos (conforme apuração da Corregedoria).

Os deputados Marcel van Hattem (Novo), Zé Trovão (PL-SC) e Marcos Pollon (União-MS) recorreram à CCJ da Câmara contra a suspensão de dois meses de seus mandatos. A decisão foi tomada pelo Conselho de Ética após o protesto que obstruiu a Mesa Diretora em 2025. A aplicação depende ainda de aprovação pelo plenário.

O recurso questiona a atuação do Conselho de Ética e a unificação das três representações em um único parecer. Eles afirmam que o direito de defesa de cada um foi prejudicado, segundo o texto apresentado à CCJ, na terça-feira (19 mai 2026).

O parecer favorável à suspensão foi elaborado por Moses Rodrigues (União-CE) e passou pelo crivo da Corregedoria, com base em imagens das câmeras do plenário. A decisão ainda precisa de votos no plenário para entrar em vigor.

Contexto do protesto

O episódio ocorreu nos dias 5 e 6 de agosto de 2025, quando oposicionistas ocuparam o plenário por mais de 30 horas. A mobilização foi motivada pela prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Na ocasião, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o atraso no funcionamento poderia levar à suspensão de mandatos. A Câmara já havia censurado 14 envolvidos no motim, além dos três em recurso hoje.

O protesto interrompeu a rotina legislativa e dificultou a atuação da Mesa Diretora, que só retomou atividades após negociações com a base governista e aliados de Bolsonaro. O episódio permanece como referência para os trâmites disciplinares atuais.

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