- A troca do marqueteiro da pré-campanha de Flávio Bolsonaro fortaleceu Rogério Marinho em relação a outros conselheiros.
- Marinho tinha resistência a Marcello Lopes, o “Marcellão”, e chegou à campanha por laços pessoais de amizade desde 2018.
- Flávio tem recebido aconselhamentos de diversos lados, incluindo o irmão Eduardo Bolsonaro, e parlamentares Gustavo Gayer e Mário Frias.
- Divergências internas aumentaram ruídos, com desconfiança sobre possíveis novas ligações com Vorcaro e adesão silenciosa de parte da bancada à ideia de mudança de candidatura.
- O pai Jair Bolsonaro sinaliza manter a candidatura até o fim, mas o partido continua sem unidade e houve críticas pela falta de debate sobre propostas na Câmara.
Foi anunciada a troca de marqueteiro da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, o que deslocou o eixo de influência para Rogério Marinho. A mudança fortalece o senador do PL-RN junto a conselheiros próximos.
Marinho substituiu Marcello Lopes, conhecido como Marcellão, que tinha relação antiga com Flávio. A amizade entre eles remonta a 2018 e ambos frequentam a mesma igreja. A alteração ocorreu no âmbito da pré-campanha.
O episódio ocorre em meio a disputas internas, com Eduardo Bolsonaro, Gustavo Gayer e Mário Frias entre os consultores que atuam de perto. O clima de tensão se espalha pelos bastidores da comunicação da campanha.
Eduardo Bolsonaro, que tem viagens aos Estados Unidos, tem relatado a Flávio o atual ambiente em Brasília diante da crise. Divergências ampliam ruídos e desentendimentos no núcleo da campanha.
Entre as consequências, cresce a desconfiança de Flávio em relação a novas ligações com Vorcaro. Também há adesão silenciosa de parte de parlamentares à discussão sobre uma possível troca de candidatura.
O tom do pai, Jair Bolsonaro, continua a sinalizar a manutenção da candidatura até o fim, com Flávio mantendo compromissos já marcados. A direção familiar reforça a continuidade do plano atual.
Mesmo em temas como o fim da jornada 6×1, não há unidade dentro do partido. Proposta de Flávio ao texto do governo não foi debatida com a bancada da Câmara, gerando desconforto entre parlamentares.
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