- Justiça italiana anulou a extradição de Carla Zambelli, e o Tribunal de Apelação de Roma determinou a libertação da deputada.
- Zambelli foi presa em Roma em 16 de maio, por ordem da Justiça brasileira, por suposta participação em atos de violência durante manifestações.
- A defesa afirma que a prisão foi injusta e que ela não representa risco à ordem pública; a deputada já deixou a prisão.
- A decisão não é definitiva e pode ser contestada pelo Ministério Público italiano; ela pretende retornar ao Brasil assim que possível.
- A libertação ocorre em meio a tensões políticas no Brasil e ao debate sobre atuação da Polícia Federal em manifestações.
Carla Zambelli foi libertada nesta segunda-feira, 22, após a Justiça italiana anularem, pelo Tribunal de Apelação de Roma, a extradição da ex-deputada para o Brasil. A decisão aponta que não há elementos suficientes para manter a prisão e justificar a extradição.
A deputada foi presa em Roma em 16 de maio, por ordem da Justiça brasileira, sob acusação de participação em atos de violência durante manifestações. Ela permaneceu na prisão de Rebibbia até a decisão italiana.
Segundo a defesa, o tribunal reconheceu que Zambelli não representa risco à ordem pública e que a prisão seria injusta. Ela já deixou a prisão nesta manhã e tem intenção de retornar ao Brasil o quanto antes.
A decisão não é definitiva e pode ser contestada pelo Ministério Público italiano. Ainda assim, a defesa afirma que a ex-deputada pretende retornar ao Brasil assim que possível.
Contexto jurídico e próximos passos
Zambelli foi eleita pelo PSL-SP em 2018 e teve mandato até 2022. A Justiça brasileira havia emitido mandado de prisão em 2021, em investigação sobre participação de apoiadores de Bolsonaro em atos considerados criminosos.
Implicações políticas e posicionamentos
A defesa negou participação em violência e afirmou que a prisão foi arbitrária. A libertação ocorre em meio a debates sobre atuação da Polícia Federal e violência em manifestações no Brasil.
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