- A 19ª Marcha para Jesus ocorreu no centro do Rio de Janeiro neste sábado (23), com início às 14h na Avenida Presidente Vargas e caminhada até a praça da Apoteose.
- O evento teve discursos com tom político e religioso, destacando críticas a pautas como aborto e ideologia de gênero.
- Silas Malafaia chamou ao palco o presidente da Alerj, Douglas Ruas, para conduzir uma oração, associando-o a posições de governo e liderança.
- Flávio Bolsonaro era esperado, mas não compareceu; a assessoria informou que ele permaneceu em Brasília para reuniões com o ex-presidente Jair Bolsonaro.
- A organização estima cerca de 300 mil participantes; a prefeitura montou operação especial de trânsito e segurança, com monitoramento por câmeras e drones. A marcha é parte do calendário oficial desde 1998.
A 19ª Marcha para Jesus reuniu milhares de fiéis neste sábado, 23, no centro do Rio de Janeiro, com programação na praça da Apoteose. O evento, promovido pela Igreja Renascer em Cristo, contou com discursos religiosos que ganharam tom político durante a tarde, em contexto de mobilização espiritual.
Entre as falas, o pastor Silas Malafaia criticou pautas que, segundo ele, ferem valores religiosos, associando escolhas eleitorais a convicções de fé. O discurso enfatizou a responsabilidade de cristãos ao votar, sem citar nomes diretamente, segundo relato da organização.
Ao longo do dia, o líder realizou uma oração ao lado de Douglas Ruas, presidente da Alerj (PL) e adversário político de Paes, em referência a alianças de governo e esferas públicas. Segundo a organização, Ruas representava várias instâncias de poder na visão do orador.
Flávio Bolsonaro, esperado por aliados, não compareceu. A assessoria informou que o pré-candidato esteve em Brasília para reuniões com o ex-presidente Jair Bolsonaro.
A marcha teve concentração às 14h na avenida Presidente Vargas, seguido de caminhada até a praça da Apoteose, onde apresentações gospel ocorreram ao longo do dia. A organização estima cerca de 300 mil participantes; a prefeitura não divulgou contagem oficial.
O evento marca a continuidade de uma tradição iniciada em 1998, reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Rio desde 2023. A prefeitura montou operação especial com atuação de sete órgãos municipais para trânsito, ordem pública e limpeza, com monitoramento por 145 câmeras e dois drones.
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