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Base governista consolida apoio em agenda legislativa

Aliados do presidente Lula comemoram decisão do ministro de rejeitar redução de penas até o Supremo Tribunal Federal (STF) analisar ações

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  • Governistas comemoraram a decisão do ministro Moraes de rejeitar a redução de penas até o STF analisar as ações.
  • Partidos com ministérios votaram contra manter o veto de Lula ao PL que reduz penas dos condenados pelo 8 de Janeiro.
  • A indicação de Messias ao STF avança na Comissão de Constituição e Justiça com a entrada de dois senadores governistas; sabatina está marcada para quarta-feira.
  • O relator Weverton afirmou que a derrota de Lula não se decide nas urnas e que a vaga no STF não é disputa presidencial.
  • A CPI do INSS não terá prorrogação; o relatório deve ser votado na sexta-feira e apoiadores petistas chegaram a discutir mudanças no texto, que acabou barrado pelo STF.

O grupo governista comemorou nas redes sociais a decisão do ministro Moraes de não reduzir as penas até o STF analisar ações relacionadas ao tema. A medida foi anunciada após o governo manter veto à proposta de dosimetria.

Aliados de Lula destacam que a suspensão evita mudanças rápidas no patamar de condenados antes do mérito ser avaliado pela Corte. O tema envolve o PL que reduz penas de condenados pelo 8 de Janeiro e gerou reação de fontes do Planalto.

A eleição de Messias para o STF continua em pauta. A CCJ avaliou a indicação com a entrada de dois senadores governistas, elevando o placar para 15 votos favoráveis, um acima do mínimo para a sabatina. A sabatina deve ocorrer na quarta-feira.

Weverton Rocha afirmou que a disputa pela vaga não é de natureza presidencial e que a decisão depende de apoio popular nas urnas. Segundo o senador, o indicado não teve sua reputação questionada por membros da Casa.

Minas também entra no jogo político: há indefinições sobre a possível saída do ministro para o Senado, com impasses no estado que atrasam a decisão. O Planalto vê força do ministro em um eventual segundo turno.

CPI do INSS e prazos

Sem prorrogação formal, a CPI do INSS busca encerrar os trabalhos entre sexta e sábado. O relatório deve ser votado na sexta, com possibilidade de vista governista e extensão para o sábado.

A Câmara de Investigação também viveu turbulência: o relator da CPI do Crime Organizado pediu indiciamento de ministros do STF, mas o texto foi rejeitado, após a entrada de senadores do PT na comissão.

Planalto e STF: disputas internas

O Planalto criticou a inclusão de ministros do STF no relatório da CPI, alegando distorção. Parlamentares da base defendem que o objetivo é apurar possíveis irregularidades sem atacar a corte.

Teresa Leitão e Beto Faro, do PT, foram incluídos horas antes da leitura do relatório da CPI, que pedia o indiciamento de ministros. A mudança alterou o clima entre governo e oposição.

Cenário estadual e presidencial

No âmbito estadual, a definição sobre a candidatura de Alckmin ao Senado ganhou relevância. Ele disse que a decisão depende do povo, enquanto Tebet está confirmada e Haddad negocia um vice moderado.

Haddad deverá disputar o governo de São Paulo diante da ausência de opções fortes dentro do partido, mantendo o PT com foco em estratégias nacionais.

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