- Juíza da Flórida autorizou o estado a prosseguir com ação contra a Planned Parenthood por propaganda enganosa, após afirmar que pílula abortiva é mais segura que Tylenol.
- A ação, avaliada em US$ 350 milhões, foi aberta em novembro de 2025 pelo procurador-geral James Uthmeier; o juiz J. Scott Duncan rejeitou a tentativa de encerrar o caso.
- A Planned Parenthood pediu arquivamento, mas o tribunal manteve a ação em andamento, permitindo que prossiga.
- No Colorado, o governador Jared Polis assinou lei que obriga centros de saúde universitários a fornecer pílulas de aborto químico no local, com isenções para subsídios federais, cobrança e prática médica, além de permitir não cumprir por motivos religiosos.
- A Escócia informou recorde de bebês perdidos para aborto em 2025, com 18.783 óbitos, segundo o Public Health Scotland; o país mantém proteção a não nascidos após 24 semanas de gravidez.
Uma juíza da Flórida autorizou a continuidade de ação movida pelo estado contra a Planned Parenthood, por propaganda enganosa. A decisão não encerrou o processo, mantendo a disputa em curso.
Em novembro de 2025, o procurador-geral da Flórida, James Uthmeier, processou a organização em US$ 350 milhões. A acusação aponta afirmações de que medicamentos abortivos seriam mais seguros que Tylenol, Viagra e penicilina.
A Planned Parenthood tentou encerrar a ação, mas a juíza J. Scott Duncan rejeitou o pedido. O processo tramita no Tribunal do Primeiro Circuito do Condado de Santa Rosa, no estado americano.
Legislação no Colorado
O governador Jared Polis assinou lei que obriga centros de saúde universitários a oferecer pílulas de aborto químico no local. A norma prevê isenções para manter subsídios federais.
Instituições podem deixar de cumprir se houver conflito com práticas religiosas ou com a aceitação de certos padrões médicos. A regra mantém exceções para respeitar crenças institucional.
Dados sobre abortos na Escócia
Dados de 2025 indicam recorde de bebês perdidos por aborto na Escócia, com 18.783 óbitos registrados. A divulgação ocorreu em 26 de maio pelo Public Health Scotland.
Atualmente, a legislação local varre proteção a partir de 24 semanas de gestação, delineando o cronograma de proteção às pessoas ainda não nascidas.
Credenciamento e fontes
As informações sobre a ação na Flórida são baseadas em relato de imprensa local e documentos judiciais. A nota citada é proveniente de agências de notícias e do registro público do caso.
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