- A Prefeitura de Porto Alegre abriu inscrições para uma audiência pública presencial, em 17 de junho às 14h, para debater o novo modelo de bilhetagem eletrônica do transporte municipal.
- O evento será no auditório da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Urbanismo e Sustentabilidade, no bairro Três Figueiras, com inscrição prévia para quem quiser falar ou encaminhar sugestões.
- A sessão vai analisar a minuta do edital e seus anexos, que explicam como funcionará a bilhetagem nos próximos anos, conforme Regulamento de Audiências Públicas.
- O projeto envolve as secretarias de Mobilidade Urbana e de Parcerias, com consultoria da Fundação Getúlio Vargas, e segue a Lei Complementar Municipal nº 808/2016, visando transferência gradual do controle do sistema para o poder público e concessão administrativa a um parceiro privado por dez anos.
- Entre as melhorias apresentadas estão pagamento de tarifas por cartão, integração com o sistema metropolitano e Trensurb, além de um sistema de biometria facial com tecnologia em nuvem para evitar fraudes.
A Prefeitura de Porto Alegre abriu inscrições para uma audiência pública presencial sobre o novo modelo de bilhetagem eletrônica do transporte coletivo municipal. O encontro será em 17 de junho, às 14h, no auditório da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Urbanismo e Sustentabilidade, no bairro Três Figueiras. Interessados devem preencher um formulário digital previamente.
A sessão terá duração de até três horas e seguirá o Regulamento de Audiências Públicas. Será apresentado o conteúdo da minuta do edital e seus anexos, que detalham a operação da bilhetagem nos próximos anos. A convocação foi publicada no Diário Oficial, em 1º de junho.
Envolvidos
As secretarias de Mobilidade Urbana e de Parcerias conduzem o projeto, com consultoria da Fundação Getúlio Vargas (FGV). A proposta atende à Lei Complementar Municipal nº 808/2016, que transfere o controle do sistema para o poder público.
Propostas e impactos
Entre as melhorias previstas estão o pagamento por cartão de crédito e débito, a integração tarifária com o sistema metropolitano e o Trensurb, além de um sistema de biometria facial com armazenamento em nuvem para evitar fraudes. A operação final poderá ser concedida a um parceiro privado por 10 anos.
Entre na conversa da comunidade