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Tarcísio comenta fim da 6×1, foco em produtividade e ajuste de contas

Tarcísio critica PEC da jornada 6×1, diz que reduzir dias de trabalho pode levar a demissões, queda na proteção social, requer avaliação de produtividade

Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), fala em manifestação na Avenida Paulista no 7 de Setembro. Imagem: Reprodução YouTube
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  • O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, voltou a se posicionar contra o fim da jornada 6×1 e criticou a PEC apresentada para reduzir a jornada de trabalho com dois dias de folga.
  • A PEC foi aprovada pela Câmara dos Deputados na última quarta-feira e agora será analisada pelo Senado.
  • Em entrevista ao programa Pânico, da Jovem Pan FM, Tarcísio ressaltou a necessidade de discutir produtividade e ajuste fiscal, apontando impactos negativos potenciais.
  • O governador argumentou que a medida pode provocar demissões, estimular a informalidade e reduzir a proteção social, além de possivelmente gerar inflação.
  • No Senado, a PEC será encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para parecer, e, se aprovada, seguirá para votação em plenário em dois turnos.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), voltou a se posicionar contra a proposta da PEC que altera a jornada 6×1 e cria dois dias de descanso. A Câmara dos Deputados aprovou o texto na quarta-feira (27) e o que segue é a análise no Senado.

Em entrevista ao programa Pânico, da Jovem Pan FM, Tarcísio argumentou que o país precisa priorizar produtividade e ajuste fiscal. Segundo ele, a PEC pode impactar negativamente a empregabilidade e a proteção social dos trabalhadores.

Ele citou riscos como demissões, informalidade e queda na massa salarial, o que poderia pressionar a inflação. O governador afirmou que é preciso avaliar a viabilidade prática da medida antes de qualquer implementação.

No Senado, a PEC será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Se houver parecer favorável, o projeto segue para plenário, onde precisa de pelo menos 49 votos (3/5) em dois turnos.

Na Câmara, o texto passou por 1º turno com 472 votos a 22, e 2º turno com 461 a 19. A tramitação envolve ainda pareceres de comissões e votações adicionais antes de eventual aprovação.

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