- O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, voltou a se posicionar contra o fim da jornada 6×1 e criticou a PEC apresentada para reduzir a jornada de trabalho com dois dias de folga.
- A PEC foi aprovada pela Câmara dos Deputados na última quarta-feira e agora será analisada pelo Senado.
- Em entrevista ao programa Pânico, da Jovem Pan FM, Tarcísio ressaltou a necessidade de discutir produtividade e ajuste fiscal, apontando impactos negativos potenciais.
- O governador argumentou que a medida pode provocar demissões, estimular a informalidade e reduzir a proteção social, além de possivelmente gerar inflação.
- No Senado, a PEC será encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para parecer, e, se aprovada, seguirá para votação em plenário em dois turnos.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), voltou a se posicionar contra a proposta da PEC que altera a jornada 6×1 e cria dois dias de descanso. A Câmara dos Deputados aprovou o texto na quarta-feira (27) e o que segue é a análise no Senado.
Em entrevista ao programa Pânico, da Jovem Pan FM, Tarcísio argumentou que o país precisa priorizar produtividade e ajuste fiscal. Segundo ele, a PEC pode impactar negativamente a empregabilidade e a proteção social dos trabalhadores.
Ele citou riscos como demissões, informalidade e queda na massa salarial, o que poderia pressionar a inflação. O governador afirmou que é preciso avaliar a viabilidade prática da medida antes de qualquer implementação.
No Senado, a PEC será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Se houver parecer favorável, o projeto segue para plenário, onde precisa de pelo menos 49 votos (3/5) em dois turnos.
Na Câmara, o texto passou por 1º turno com 472 votos a 22, e 2º turno com 461 a 19. A tramitação envolve ainda pareceres de comissões e votações adicionais antes de eventual aprovação.
Entre na conversa da comunidade