- Eduardo Bolsonaro afirmou que espera que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não puna o povo brasileiro com a tarifa de 25% sobre produtos brasileiros.
- O ex-deputado declarou que não pediu a sobretaxa, e sim a adoção de sanções individuais contra autoridades brasileiras, incluindo o retorno da Lei Magnitsky contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes.
- Flávio Bolsonaro disse, em vídeo, que a tarifa seria “do Lula” e que vai encaminhar uma carta ao governo americano para pedir que as empresas brasileiras não sejam taxadas.
- Eduardo relatou que houve apenas uma sugestão da tarifa durante a reunião, e que ainda há etapas técnicas a seguir, com poder de decisão final de Trump.
- O caso envolve a Lei Magnitsky, aplicada a Moraes e à esposa dele em 2025, mas retirada da lista de sanções pelo Tesouro americano em dezembro do mesmo ano; Eduardo também pediu que os EUA aguardem as eleições brasileiras antes de ações mais amplas.
Eduardo Bolsonaro afirma que espera que Trump não puna os brasileiros com a sobretaxa de 25% sobre produtos brasileiros. Ele destaca que não pediu a tarifa, e sim sanções individuais contra autoridades brasileiras, incluindo a retomada da Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes. O pronunciamento ocorreu em Washington, nesta terça-feira (2).
O ex-deputado também relembra que o objetivo é dissociar o bolsonarismo da tarifa imposta pelos EUA. O irmão Flávio Bolsonaro participou de ações públicas, defendendo que a tarifa é atribuída ao governo Lula e afirmando que pode haver acordo comercial entre Brasil e EUA. Acompanhando, aliados ressaltaram que houve apenas sugestão de tarifa durante a reunião.
Paulo Figueiredo, aliado, informou que ainda há etapas técnicas e que o presidente americano pode não impor tarifa. O grupo avalia que a decisão final depende de Trump, com possibilidade de orientação diferente caso haja acordo futuro entre as lideranças brasileiras.
Dados sobre a Lei Magnitsky e o contexto
Eduardo afirmou que pediu sanções individuais, e não a tarifa, incluindo o retorno da Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes. Moraes foi alvo de sanções em 2025, com restrições de viagem e bloqueios financeiros, mas a lista foi retirada pelo Tesouro dos EUA em dezembro do mesmo ano.
Segundo o ex-deputado, as avaliações políticas nos EUA devem levar em conta o resultado das eleições brasileiras antes de avançar em medidas comerciais mais amplas. Ele sustenta que um eventual governo liderado por Flávio Bolsonaro poderia conduzir um acordo favorável a ambos os países.
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