- Henry Nowak, de dezoito anos, foi esfaqueado e, mesmo com algemas, disse “I can’t breathe” várias vezes, segundo imagens de câmeras corporais.
- O suspeito Vickrum Digwa, de vinte e três anos, alegou ter sido vítima de um ataque racista e acabou condenado a prisão perpétua com mínimo de vinte e um anos.
- As imagens divulgadas, com a autorização da família, mostram Nowak pedindo socorro enquanto está deitado no chão com as mãos presas atrás das costas.
- A Independent Office for Police Conduct investiga as ações da polícia durante o episódio, e há pedidos para revisar a sentença de Digwa sob o regime de penalidade indevida.
- A família de Nowak, a polícia e líderes políticos reagiram de forma dividida; a polícia pediu desculpas e o governo analisa medidas sobre porte de lâminas por motivos religiosos.
Um estudante de 18 anos da Universidade de Southampton, Henry Nowak, foi morto após ser esfaqueado. O agressor, Vickrum Digwa, de 23 anos, afirmou ter sido vítima de um ataque racista, levando à prisão de Digwa no local. Nowak estava com as mãos algemadas quando o ocorrido ocorreu.
Segundo o tribunal, Digwa mentiu à polícia ao alegar ter sido agredido e ter sofrido racismo. Filmagens de câmeras corporais mostram Nowak, ferido, dizendo que havia sido esfaqueado enquanto era colocado em algemas. Um policial questiona o nome do rapaz durante o atendimento.
Condenação e investigação em curso
Digwa foi condenado a prisão perpétua, com um mínimo de 21 anos de oferta. O MPT recebeu pedidos para revisar a sentença sob o regime de condenação indevidamente branda, e o gabinete do procurador-geral analisa o caso. Uma sindicância da IOPC acompanha a atuação policial.
Reações e contexto
A família de Nowak criticou o tratamento policial, descrevendo-o como desumano. Instituições e políticos britânicos comentaram o caso, com pedidos de revisão de normas sobre porte de lâminas por motivos cerimoniais. Autoridades competentes deverão divulgar novas informações em breve.
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