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CGU prorroga em 60 dias investigação sobre ex-funcionários do BC ligados a Master

CGU prorroga por sessenta dias PADs de ex-funcionários do Banco Central suspeitos de recebimento de mesadas de Vorcaro em caso Master

O ex-diretor de Fiscalização do órgão, Paulo Sérgio Neves de Souza, e o ex-chefe de Departamento de Supervisão Bancária, Belline Santana
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  • A CGU prorrogou por mais sessenta dias os processos administrativos disciplinares contra dois ex-funcionários do Banco Central investigados no caso Master.
  • Os alvos são Paulo Sérgio Neves de Souza, ex-diretor de Fiscalização, e Belline Santana, ex-chefe de Departamento de Supervisão Bancária, afastados desde janeiro.
  • A suspeita é de que eles tenham recebido mesadas de Daniel Vorcaro para atuarem como consultores informais.
  • Ao todo são quatro PADs, dois para cada ex-servidor; o vencimento inicial deveria ocorrer em 22 de julho, caso não haja novidades.
  • A continuidade dos trabalhos depende da conclusão da investigação da Polícia Federal e da autorização do ministro André Mendonça, relator do caso no STF.

A Controladoria-Geral da União (CGU) prorrogou por mais 60 dias a apuração disciplinar envolvendo ex-funcionários do Banco Central, investigados por ligações com o caso Master. Os PADs abrangem dois servidores afastados desde janeiro.

Os envolvidos são o ex-diretor de Fiscalização do BC, Paulo Sérgio Neves de Souza, e a ex-chefe de Departamento de Supervisão Bancária, Belline Santana. Há suspeita de que tenham recebido valores do banqueiro Daniel Vorcaro para atuarem como consultores informais.

A prorrogação foi formalizada após a CGU registrar a abertura dos PADs em 23 de março, ainda sob sigilo. A conclusão dependerá da conclusão da investigação da Polícia Federal, com o repasse de dados sujeito à autorização do ministro André Mendonça, relator do caso no STF.

Detalhes e próximos passos

Em meio à prorrogação, a CGU aguardava o compartilhamento das informações da PF sobre o caso Master. O vencimento original dos processos caducaria em 22 de julho, caso não haja novo andamento.

Fontes do Estadão/Broadcast confirmaram que são quatro processos no total, dois para cada servidor. A imprensa informou que o BC já tratou o episódio como uma das mais graves ocorrências da instituição, enfatizando que apenas a Justiça poderá esclarecer os fatos.

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