- O assistente de acusação no caso Henry, Cristiano Medina da Rocha, pediu a anulação do júri que condenou Monique Medeiros e Jairinho pela morte da criança, na madrugada de quinta-feira, 4 de junho.
- Medina classificou a decisão de conceder perdão judicial a Monique Medeiros como uma “aberração jurídica” e disse que irão contestá-la.
- Ele afirmou que a juíza Elizabeth Machado Louro teria mudado perguntas ao júri para induzi-los a desclassificar a acusação de homicídio doloso para culposo.
- Sobre Jairinho, condenado a 43 anos, 9 meses e 20 dias de reclusão, o advogado disse estar satisfeito com a sentença.
O assistente de acusação no caso Henry Borel, Cristiano Medina da Rocha, afirmou que vai pedir a anulação do júri que resultou na condenação de Jairinho e Monique Medeiros pela morte da criança. Medina chamou a decisão de Aberração jurídica.
A acusação sustenta que houve mudança de natureza do crime para homicídio culposo, sugerindo que as perguntas ao júri teriam induzido o veredito. A defesa de Monique Medeiros alega que houve favorecimento na apresentação do tema.
Monique Medeiros foi condenada por homicídio culposo, mas recebeu perdão judicial. Jairinho foi condenado a 43 anos, 9 meses e 20 dias de prisão. O advogado afirmou estar satisfeito com a sentença referente ao ex-vereador.
Pedido de anulação e próximos passos
Segundo o representante da acusação, a anulação do júri é provável e será apresentada judicialmente. O caso segue em avaliação pelos tribunais competentes, com a defesa de Monique e Jairinho mantendo seus posicionamentos oficiais.
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