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Ministro afirma preservação ambiental é garantia econômica do país

Capobianco afirma que preservação ambiental é garantia econômica; governo aponta queda do desmatamento e expansão de áreas protegidas desde 2023

Na imagem, ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco | Victor Corrêa/Poder360 - 27.jan.2026
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  • O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, disse que a preservação ambiental deve ser garantia econômica, não obstáculo ao desenvolvimento, em pronunciamento pelo Dia Mundial do Meio Ambiente; segundo ele, desde janeiro de 2023 o governo voltou a tratar o meio ambiente como indutor do desenvolvimento.
  • Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação apontam queda na devastação nos principais biomas: Amazônia (-50%), Pantanal (-65%), Mata Atlântica (-54%), Cerrado (-32%) e Pampa (-30%).
  • O governo afirma ter ampliado áreas protegidas e reconhecido terras indígenas e territórios quilombolas, em uma extensão equivalente a cerca de 5 milhões de campos de futebol.
  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçou, em publicação, que as ações do governo consolidam o Brasil como referência mundial em preservação ambiental.
  • Capobianco assumiu o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima em abril de 2026, substituindo Marina Silva; a transição visou manter a continuidade das políticas desde o início do terceiro mandato de Lula.

O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, afirmou que a preservação ambiental deve ser tratada como garantia econômica para o país, não como obstáculo ao desenvolvimento. A declaração foi feita durante o Dia Mundial do Meio Ambiente e divulgada nas redes do presidente Lula. A fala enfatiza que, desde janeiro de 2023, o governo valoriza o meio ambiente como indutor de crescimento.

Capobianco destacou que a gestão atual tem reduzido o desmatamento em grandes biomas. Segundo o ministro, se países caminham na contramão dessa tendência, podem perder acesso a mercados e ficar isolados no cenário internacional. A proteção ambiental, segundo ele, também protege a competitividade brasileira.

Dados do INPE e do MCTI mostram quedas históricas na devastação sob o governo atual: Amazônia, -50%; Pantanal, -65%; Mata Atlântica, -54%; Cerrado, -32%; Pampa, -30%. A autoridade afirmou ainda que houve ampliação de áreas protegidas e reconhecimento de terras indígenas e quilombolas, equivalentes a 5 milhões de campos de futebol.

Desempenho ambiental e marcos

Lula reforçou, em publicação, que as ações do governo consolidam o Brasil como referência mundial na preservação ambiental. Marina Silva também comentou o Dia Mundial do Meio Ambiente, defendendo a preservação como política estratégica para proteção da vida, da biodiversidade e do desenvolvimento.

Capobianco assumiu o comando do MMA em abril de 2026, após a saída de Marina Silva. Na época, o governo enfatizou a continuidade das políticas inauguradas no início do terceiro mandato de Lula, mantendo o foco na proteção de florestas, rios e comunidades tradicionais.

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