- No primeiro trimestre, a Justiça concedeu 171.036 medidas protetivas no Brasil, equivalent a uma decisão a cada 45 segundos.
- Em março, foram 93.782 medidas, aumento de 13% em relação ao mesmo período de 2024 e o maior valor da série histórica.
- O crescimento indica maior busca por proteção e maior conscientização das mulheres sobre seus direitos.
- Uma vítima relatou medo mesmo após a medida, com o ex-marido permanecendo em frente ao condomínio para observar a vítima.
- Especialistas destacam recursos como tornozeleiras eletrônicas para agressores e botões de alerta conectados às forças de segurança como medidas protetivas úteis para prevenção.
Nos 3 primeiros meses do ano, a Justiça brasileira concedeu 171.036 medidas protetivas de urgência a mulheres, segundo o CNJ. A cada 45 segundos, uma decisão nesse sentido foi tomada em todo o país.
O volume mostra crescimento na busca por proteção. Em março, foram 93.782 medidas, alta de 13% frente ao mesmo período de 2025, marcando o maior registro na série histórica até aqui. Especialistas apontam maior conscientização das vítimas.
Uma mulher relatou que, mesmo com a proteção, o ex-companheiro continua a intimidar. Ele estaria estacionando próximo ao condomínio onde ela reside, tentando observar a rotina da vítima.
Medidas de proteção e proteção adicional
Especialistas destacam o papel de ferramentas como tornozeleiras eletrônicas para agressores e botões de alerta conectados às equipes de segurança. Tais recursos podem evitar novos episódios de violência.
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