- Haddad, pré-candidato ao governo de São Paulo, afirmou no podcast 3 Irmãos que empresas deixaram o Brasil para o Paraguai durante o governo Bolsonaro e a gestão de Tarcísio de Freitas.
- O ex-ministro disse que o Brasil não deve adotar um modelo de incentivos fiscais parecido com economias menores.
- Ele citou Uruguai, Suíça e nações do Caribe como comparação para defender uma estratégia de desenvolvimento compatível com a escala brasileira.
- Haddad destacou que o Brasil, com 215 milhões de habitantes, não pode agir como um paraíso fiscal, defendendo uma abordagem de desenvolvimento de acordo com o tamanho do país.
- O petista afirmou ainda que o Brasil pode perder empresas para o Paraguai, pois o movimento já teve início no período Tarcísio-Bolsonaro.
O pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT, Fernando Haddad, participou neste sábado (6 jun 2026) do podcast 3 Irmãos, no YouTube. Ele afirmou que empresas brasileiras migraram para o Paraguai durante o governo de Jair Bolsonaro e do então ministro da Infraestrutura, hoje governador de SP, Tarcísio de Freitas.
Segundo Haddad, o Brasil não deve adotar um modelo de incentivos fiscais semelhante ao de economias menores. Ele defendeu uma estratégia de desenvolvimento compatível com o tamanho econômico e populacional do país.
Ele citou que o Paraguai recebeu empresas brasileiras durante a gestão Bolsonaro, ressaltando que o país vizinho concentra produção de pelo menos parte das companhias. Haddad criticou o uso de incentivos que, na visão dele, não condizem com a escala brasileira.
Haddad também disse que o Brasil pode perder empresas para o Paraguai, apontando que o êxodo já começou e teve recorde sob a condução conjunta de Tarcísio e Bolsonaro. O objetivo, na visão dele, é traçar um plano de desenvolvimento à altura do Brasil.
Contexto econômico
- Haddad sinalizou a necessidade de planejamento com base na dimensão do país, evitando políticas de atratividade tributária pouco sustentáveis para a economia brasileira.
- O ex-ministro citou exemplos de outros polos menores, como Uruguai, Suíça e Caribe, para embasar a ideia de um desenvolvimento em escala nacional.
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