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Gilmar Mendes destina verba oriunda de ofensa em voo a projetos sociais

Indenização por danos morais de ofensa em voo será destinada à APAE de Diamantino e ao Instituto Migrações e Direitos Humanos, com a primeira parcela já transferida

O ministro ressaltou que o processo transcorreu com garantia do contraditório e da ampla defesa. - (crédito: Rosinei Coutinho/STF)
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  • Gilmar Mendes informou que a indenização por danos morais recebida em ação movida após insultos durante voo entre Lisboa e Brasília em 2019 será destinada a duas entidades beneficentes.
  • O processo ocorreu na Justiça do Distrito Federal e o réu, Paulo André Paiva de Oliveira, foi condenado ao pagamento da indenização.
  • A primeira parcela, de R$ 31 mil, já foi transferida à APAE de Diamantino em 1º de junho; as demais parcelas seguirão para as mesmas entidades.
  • As destinatárias são a APAE de Diamantino (MT) e o Instituto Migrações e Direitos Humanos, instituições que atuam com assistência social e apoio a populações vulneráveis.
  • O ministro afirmou que a decisão reforça princípios do Estado de Direito, equilibrando liberdade de expressão e ataques pessoais, mantendo o debate civil e respeitoso.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes informou que a indenização por danos morais recebida em decorrência de ofensa durante voo entre Lisboa e Brasília, em 2019, será destinada integralmente a duas instituições beneficentes. O valor foi definido pela Justiça.

O ofensor, Paulo André Paiva de Oliveira, foi processado na Justiça do Distrito Federal. O processo transcorreu com garantias de contraditório e ampla defesa, resultando na condenação ao pagamento de indenização pelos danos morais.

Destino das parcelas

A primeira parcela, de R$ 31 mil, já foi transferida à APAE de Diamantino (MT) no dia 1º de junho. As parcelas seguintes seguirão para as mesmas entidades, conforme acordo homologado pela Justiça.

As organizações selecionadas são a APAE de Diamantino e o Instituto Migrações e Direitos Humanos. Elas atuam em assistência social e apoio a populações vulneráveis, conforme decisão do ministro.

Gilmar Mendes destacou que a decisão reforça princípios do Estado de Direito, equilibrando liberdade de expressão e ofensas pessoais. Afirmou que a democracia permite críticas, desde que com civilidade e respeito a pessoas e instituições.

O caso teve início há sete anos, com o episódio ocorrido durante o voo internacional entre Lisboa e Brasília. O desdobramento judicial encerra essa disputa entre as partes envolvidas.

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