- Ricardo Capelli, pré-candidato ao governo do Distrito Federal pelo PSB, defende uma frente ampla que vá além da esquerda, dialogando com centro e centro-direita opositores a Ibaneis Rocha, Celina Leão e a Bolsonaro.
- Ele está conversando com candidatos ao Senado, como Leila Barros (PDT) e José Antônio Reguffe (Solidariedade).
- Cristovam Buarque (PSB) ligou para se colocar à disposição como candidato ao Senado na chapa de Capelli.
- Capelli mencionou conversas com Paula Belmonte (PSDB) e Erika Kokay (PT) e disse acreditar que é possível eleger dois senadores com uma frente de centro.
- Sobre a candidatura do PT ao governo do DF com Leandro Grass, ele disse que respeita os partidos e que a unidade do campo não é condicionante.
Ricardo Capelli, pré-candidato do PSB ao governo do Distrito Federal, defende a formação de uma frente ampla que vá além da esquerda nas eleições de 2026. Ele participou do CB.Poder, parceria entre Correio Braziliense e TV Brasília, nesta segunda-feira (8/6). O objetivo é dialogar com partidos de centro e até de centro-direita em oposição ao governo de Ibaneis Rocha (MDB) e a Celina Leão (PP), bem como ao apoio a Jair Bolsonaro (PL).
A ideia é articular uma coalizão capaz de alcançar eleitores que a esquerda tradicional não alcança, mantendo a liderança de núcleos progressistas. Capelli citou conversas com candidatos ao Senado como Leila Barros (PDT) e José Antônio Reguffe (Solidariedade). Ele também relatou ter recebido convite do ex-governador Cristovam Buarque (PSB) para integrar a chapa ao Senado, caso haja disponibilidade.
O pré-candidato destacou que acompanha conversas com Paula Belmonte (PSDB) na disputa pelo governo do DF e com Erika Kokay (PT) para o Senado. Según Capelli, é possível eleger dois senadores se houver uma frente ampla com nomes de centro que alcancem parcelas significativas do eleitorado não atingido pela esquerda.
Além disso, Capelli comentou a situação da pré-candidatura do PT ao governo do DF, com Leandro Grass. Ele afirmou respeitar a candidatura de todos os partidos, enfatizando que a unidade do campo é desejável, mas não condicionante para a aliança.
Frente ampla e cenários
Capelli afirmou que a articulação busca reduzir distâncias entre esquerda e setores moderados, visando ampliar a base de apoio para o governo do DF. A ideia é dialogar com forças que estejam dispostas a cumprir as críticas ao atual governo sem abrir mão de propostas de desenvolvimento e gestão pública.
Candidaturas ao Senado e reações
O pré-candidato citou negociações com nomes do centrão e partidos de centro, avaliando cenários para compor uma chapa competitiva. As conversas com Leila Barros, Reguffe e Cristovam Buarque indicam uma estratégia de desenho de uma frente que supere fronteiras partidárias, sempre com foco prático no aproveitamento de votos proporcionais.
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