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Senado deve priorizar aprovação do fim da escala 6×1, afirma Humberto Costa

Senado deve votar com prioridade a proposta de fim da escala 6x1, destacando impactos na saúde, na vida familiar e na produtividade

Senador Humberto Costa (PT-PE) em discurso à tribuna.
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  • O senador Humberto Costa defendeu no plenário que a proposta de fim da escala 6×1 seja prioridade no Senado, sem redução salarial.
  • A ideia é adotar a escala 5×2, com jornada diária de até oito horas, para melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores.
  • Costa afirmou que a escala 6×1 compromete a convivência familiar, a saúde física e mental e o tempo livre para atividades fora do trabalho.
  • Segundo ele, a mudança pode beneficiar especialmente as mulheres, que acumulam trabalho remunerado e tarefas domésticas.
  • O senador citou experiências de ganhos de produtividade e melhoria de condições de trabalho em casos de redução de jornadas, e pediu votação rápida no Senado.

Em pronunciamento no Plenário na segunda-feira (8), o senador Humberto Costa (PT-PE) pediu a aprovação da proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 sem redução salarial. A ideia é que a mudança seja analisada com prioridade pelo Senado.

Costa afirmou que a medida tem impacto direto na qualidade de vida dos trabalhadores, destacando que a escala atual compromete a convivência familiar, a saúde física e mental e o tempo disponível para atividades fora do trabalho. Ele ressaltou que a mudança pode beneficiar especialmente as mulheres, que acumulam trabalho remunerado e tarefas domésticas.

Ele afirmou ainda que o tempo importa na vida cotidiana, defendendo que a escala 6×1 gera desgaste contínuo que afeta a saúde e o equilíbrio familiar. O senador contestou argumentos contrários à proposta, que apontam impactos negativos na economia e no emprego.

Contexto e impactos da proposta

Costa citou experiências anteriores de ampliação de direitos trabalhistas e casos de empresas que reduziram jornadas, apontando ganhos de produtividade e melhoria das condições de trabalho. Ele pediu voto do Senado sem protelação, defendendo a adoção da escala 5×2, com jornada de até oito horas diárias.

Segundo o senador, a mudança representaria um passo civilizatório para o Brasil, valorizando o tempo do trabalhador, a vida fora do trabalho, a saúde, a família, a dignidade e a liberdade. A proposta continua em debate no plenário, sem data definida para votação.

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