- O Tribunal Superior Eleitoral abriu consulta pública para definir o novo modelo de urna eletrônica, com estreia prevista para as eleições de 2028.
- O objetivo é receber propostas de empresas, fabricantes e especialistas, baseadas em estudos de segurança e engenharia já realizados pela Justiça Eleitoral.
- A iniciativa avança um processo iniciado em 2025, com dados mais robustos, incluindo o volume estimado de equipamentos necessários para cobrir o território nacional.
- Serão detalhados cronogramas de desenvolvimento, testes, entrega e critérios de hardware e software para garantir acessibilidade e inviolabilidade do voto.
- Interessados têm 21 dias a partir da publicação do edital para enviar contribuições por e-mail urna2028@tse.jus.br, com fundamentação técnica; após o prazo, a área técnica analisa as propostas e as aprovadas vão a audiências públicas antes do edital definitivo.
O TSE abriu uma consulta pública para criar uma nova urna eletrônica, com estreia prevista para as eleições de 2028. A iniciativa busca modernizar o hardware e aprimorar a segurança do voto. A decisão envolve o Tribunal Superior Eleitoral e envolve a comunidade tecnológica do país.
A consulta faz parte de um processo iniciado em 2025, que já envolveu diálogos com o mercado de tecnologia. O TSE pretende ampliar o volume de equipamentos necessários para atender todo o território nacional e detalhar prazos, testes e critérios de hardware e software.
Além disso, o objetivo é definir requisitos que garantam acessibilidade e inviolabilidade do voto, com base em estudos internos de segurança e engenharia. A medida exige contribuições técnicas de empresas, fabricantes e especialistas.
Como participar e prazos
Interessados têm 21 dias para enviar sugestões, que podem propor alterações ou substituições de requisitos atuais. O envio deve ser feito exclusivamente por vias eletrônicas para urna2028@tse.jus.br, com fundamentação técnica.
Ao fim do prazo, a equipe técnica do TSE analisará as propostas. As sugestões acolhidas serão integradas ao projeto e debatidas em audiências públicas futuras, antes do edital definitivo de contratação. Fonte: Portal Correio.
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