- Senado analisa proposta que libera disparos em massa de mensagens durante campanhas eleitorais, gerando alerta entre especialistas.
- Guilherme Rocha, fundador da HelenaCRM, diz que o excesso de mensagens pode provocar rejeição dos usuários e reduzir a eficiência do WhatsApp.
- O debate envolve a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais e consentimento, além de questões regulatórias sobre o tema.
- O setor teme que a corrida eleitoral acelere a saturação de apps como WhatsApp e Telegram, usados para relacionamento direto com eleitores e consumidores.
- O risco apontado é de que o uso intensivo dessas ferramentas comprometa sua eficácia como canal de comunicação.
Uma proposta em análise no Senado pode permitir disparos em massa de mensagens em campanhas eleitorais, abrindo o que especialistas chamam de novo campo de batalha para as eleições. A discussão ocorre em meio a debates sobre privacidade e consentimento.
Guilherme Rocha, fundador da HelenaCRM, afirma que o excesso de mensagens pode gerar rejeição dos usuários e reduzir a eficiência do WhatsApp e de plataformas de comunicação utilizadas no eleitorado. O alerta é de que o canal pode perder impacto.
Além de debates sobre a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, o setor teme que a corrida eleitoral acelere a saturação de apps como WhatsApp e Telegram, hoje vistos como ativos para o relacionamento direto com eleitores.
Impacto nas plataformas e riscos
Especialistas destacam a necessidade de equilíbrio entre alcance e qualidade da comunicação, citando casos de spam em campanhas anteriores. A concentração de mensagens em curto espaço de tempo pode reduzir a efetividade das ações.
O tema divide autoridades e setores da comunicação digital, que analisam limites de envio, frequência e consentimento dos usuários, além de avaliar impactos na confiabilidade das plataformas usadas no processo eleitoral.
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