- Nesta segunda-feira, oito de [mês não fornecido], a primeira-dama Janja da Silva participou do 4º Encontro Nacional de Evangélicos e Evangélicas do PT em Brasília.
- Janja rebateu comentários feitos pelo pastor Silas Malafaia, que disse que suas reuniões com mulheres evangélicas teriam “interesse insignificante”.
- Ela afirmou que Malafaia é insignificante e que toda mulher é importante, independentemente do tamanho do público.
- A primeira-dama destacou a importância da escuta em suas agendas, dizendo que o que importa é ouvir, seja com duas, três, duzentas ou mil participantes.
- A resposta ocorre após Malafaia ter minimizado as reuniões da primeira-dama com o segmento feminino evangélico, em comentário feito em agosto do ano passado.
A primeira-dama Janja da Silva rebateu críticas feitas pelo pastor Silas Malafaia sobre seus encontros com mulheres evangélicas. O episódio ocorreu durante o 4º Encontro Nacional de Evangélicos e Evangélicas do PT, em Brasília, nesta segunda-feira (8). O posicionamento ocorreu em resposta a declarações feitas por Malafaia em agosto do ano anterior, que minimizavam a relevância dessas reuniões.
Janja ressaltou a importância de ouvir todas as mulheres envolvidas nas agendas públicas, independentemente do tamanho do público. Ela afirmou que o valor das reuniões não depende do número de participantes, mas da circulação de ideias e do diálogo mantido com as evangélicas.
A primeira-dama enfatizou ainda a atuação de sua gestão como uma prática de escuta. Ela explicou que a leitura das mensagens recebidas e a pauta das conversas são o que orienta as ações, independentemente de o encontro ter reunido duas, três ou milhares de pessoas.
Resposta da primeira-dama
Durante o discurso, Janja disse que toda mulher tem relevância, independentemente do alcance do público apresentado. Ela destacou que Malafaia ostentou coragem ao comentar em redes sociais a suposta insignificância das participantes.
A líder do Palácio do Planalto reforçou que seu objetivo é dialogar com diferentes segmentos da sociedade. Ela lembrou que o essencial é manter o canal aberto para ouvir as demandas apresentadas pelas evangélicas.
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