- Malafaia reagiu às críticas de Janja Lula da Silva, negando ter chamado as participantes do encontro de insignificantes e dizendo que críticas foram distorcidas. O discurso ocorreu nesta terça-feira, 9 de junho.
- O pastor afirmou que se referia apenas à ausência de liderança de projeção nacional entre as evangélicas presentes, não ao valor delas.
- Disse que, se fosse insignificante, não estariam falando dele, e que é pastor de fato e de direita.
- Aumentou as críticas ao PT e afirmou que figuras conservadoras e lideranças evangélicas são alvo de ataques políticos, mencionando o “demônio da mentira”.
- Também comentou a carta do PT aos evangélicos sobre uso da fé na política, afirmou que o partido não tem legitimidade para debater o tema e que estaria cada vez mais distante do eleitorado evangélico.
O pastor Silas Malafaia reagiu nesta terça-feira 9/6 às críticas da primeira-dama Janja Lula da Silva e negou ter chamado as participantes de um encontro com mulheres evangélicas de insignificantes. Ele afirmou que as declarações foram distorcidas por adversários políticos.
Em entrevista ao Metrópoles, Malafaia afirmou que não houve chamamento de insignificância, apenas a observação sobre a ausência de expressão de liderança entre as presentes. O líder religioso disse que o foco era a liderança de projeção nacional.
O pastor destacou que a afirmação não desvaloriza as mulheres ou seu papel na igreja, na família ou na comunidade. Ele também comentou sobre ter sido citado por Janja e ironizou a relevância de sua atuação no debate público.
Crítica à carta do PT aos evangélicos
Nesta terça, Malafaia publicou um vídeo criticando Lula e o PT após a carta do partido aos evangélicos, que questiona o uso da fé na política. O texto alerta contra notícias falsas e discursos de ódio.
O líder afirmou que o PT não teria legitimidade para discutir o tema e acusou a legenda de usar retórica voltada aos evangélicos durante a campanha de 2022. Ele disse que o partido estaria afastando o eleitorado conservador.
Malafaia também dirigiu críticas às posições do governo sobre costumes, família e religião, sustentando que o PT estaria cada vez mais distante do apoio de evangélicos no Brasil.
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