- Michelle Bolsonaro afirmou que pedirá a prorrogação da prisão domiciliar humanitária do marido, Jair Bolsonaro, e que apoiará Flávio Bolsonaro no momento certo.
- O ministro Alexandre de Moraes concedeu a prisão domiciliar humanitária a Bolsonaro em 24 de março, por 90 dias, prazo que vence no final deste mês.
- A ex-primeira-dama disse que prefere que ele permaneça em casa para receber cuidados e que pode pedir mais tempo ao ministro, se necessário.
- Ela afirmou que, no momento, não planeja concorrer ao Senado neste ano, mantendo a prioridade para cuidar do marido.
- Michelle participou do lançamento da pré-candidatura de Thiago Manzoni para a Câmara dos Deputados e disse que contribuirá para a campanha de Flávio Bolsonaro no tempo adequado.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou que vai pedir a prorrogação da prisão domiciliar humanitária do marido, Jair Bolsonaro. No momento, diz que, no tempo certo, apoiará a campanha do enteado Flávio Bolsonaro para a Presidência. O comunicado ocorreu durante evento em Brasília.
A defesa recorreu da decisão de Moraes para estender o regime domiciliar. O prazo atual é de 90 dias, com validade até o fim deste mês. Michelle disse que o estado de saúde dele demanda continuidade do tratamento em casa.
Ela enfatizou que, enquanto precisar cuidar do marido, não planeja concorrer ao Senado neste ano. A prioridade, segundo ela, é a família e a recuperação de Jair Bolsonaro, que enfrenta o atual quadro de saúde.
Situação atual
Michelle informou que não há reunião marcada com o ministro Alexandre de Moraes para discutir a prorrogação. O tema está sendo conduzido pelos advogados da família, segundo ela.
Perspectiva eleitoral
Ela sinalizou que, no momento oportuno, poderá colaborar com a campanha de Flávio Bolsonaro, do PL-RJ, mas destacou que a prioridade é cuidar do marido neste período. O assunto relacionado à campanha Esclarece-se conforme o tempo.
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