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Ministro do TSE afirma que 2022 foi atestado de confiabilidade das urnas

Ministro do Tribunal Superior Eleitoral afirma que 2022 foi atestado de seriedade e confiabilidade das urnas; discurso de descredibilização fica desqualificado para 2026

Floriano de Azevedo Marques falou sobre as urnas eletrônicas durante o 6º Congresso Brasileiro de Internet
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  • Em dezenove de junho de setenta? wait. I must correct. The date is 9 de jun. 2026. We’ll write: Em 9 de junho de 2026, o ministro Floriano de Azevedo Marques afirmou que os testes de 2022 nas urnas eletrônicas funcionaram como um atestado de seriedade e confiabilidade.

But we must be careful: “dezenove de junho” is wrong. Let’s craft properly:

  • Em 9 de junho de 2026, o ministro Floriano de Azevedo Marques afirmou que os testes de 2022 nas urnas eletrônicas funcionaram como um atestado de seriedade e confiabilidade.
  • A declaração ocorreu durante o 6º Congresso Brasileiro de Internet, promovido pela Abranet e pelo ITS.
  • Segundo ele, as urnas foram escrutinadas e os relatórios não apontaram irregularidades; afirma que disputas eram de quem queria deslegitimar as urnas, mesmo assim tentando contorná-las.
  • Sobre as eleições de 2026, disse que o discurso de falta de confiabilidade está desqualificado e não deve retornar com a mesma organicidade de 2022; há tempo público para auditorias.
  • O ministro relembrou atuação como fiscal de apuração nos anos oitenta e afirmou que, após décadas, é irracional acreditar que o voto impresso seria mais confiável que a urna eletrônica.

O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral, afirmou nesta terça-feira, 9 de junho de 2026, que os testes das urnas em 2022 funcionaram como um atestado de seriedade e confiabilidade do equipamento. O comentário ocorreu durante o 6º Congresso Brasileiro de Internet, promovido pela Abranet e pelo ITS.

Segundo o magistrado, as urnas foram escrutinadas e os relatórios de investigações não indicaram irregularidades. Em sua leitura, discursos anteriores que tentavam deslegitimar o sistema partiram de diálogos de bastidores entre atores que afirmavam não ter encontrado falhas, mas insistiam em apontar problemas.

Azevedo Marques lembrou que questionar a apuração e a soma de votos não é ilícito, mas apontou que, na época, apenas as urnas de 2022 foram alvo de questionamentos. O então presidente do TSE, Alexandre de Moraes, avaliou como litigância de má-fé os pedidos de investigação nesse contexto.

Perspectiva para 2026

O ministro disse que o discurso de falta de confiabilidade das urnas em 2026 está sendo desqualificado e não deve retornar com a mesma organicidade de 2022. Ele argumentou que a necessidade de auditar as urnas não faz sentido, já que houve um longo período para auditorias públicas.

Marques ainda comentou sua experiência como fiscal de apuração nos anos 1980, ao observar mesários cansados durante as votações, o que poderia afetar o andamento do processo. Ao final, reforçou a visão de que o voto impresso seria menos confiável após três décadas, segundo sua avaliação.

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