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Aprovação do governo Lula sobe entre jovens e evangélicos, aponta Genial/Quaest

Genial/Quaest: desaprovação entre evangélicos recua; independentes passam a apoiar, e avaliação geral se aproxima de empate, com queda entre jovens de 16 a 34 anos

Presidente Lula — Foto: Ricardo Stuckert / PR
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  • A aprovação do governo Lula melhorou entre jovens de 16 a 34 anos e entre evangélicos: entre evangélicos, a desaprovação caiu de 65% para 60% e a aprovação subiu de 30% para 35%; entre jovens, a desaprovação caiu de 55% para 50% e a aprovação subiu de 41% para 43%.
  • Entre eleitores que se declaram independentes, a aprovação subiu de 32% para 41% e a desaprovação caiu de 58% para 47%.
  • Regionalmente, houve melhora no Nordeste, Sudeste, Centro-Oeste e Norte; o Sul foi a única região em que a desaprovação aumentou e a aprovação caiu.
  • No cenário geral, a desaprovação ficou em 48% e a aprovação em 47%, com a menor taxa de desaprovação desde maio de 2025.
  • A Quaest ouviu 2.004 eleitores entre 5 e 8 de junho, com nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais; registro no TSE é BR-07661/2026.

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve melhora na avaliação entre jovens, evangélicos e eleitores independentes, segundo a pesquisa Genial/Quaest.

O levantamento foi divulgado nesta quarta-feira (10) e aponta avanço em várias regiões do país.

Entre evangélicos, a desaprovação caiu de 65% para 60%, e a aprovação subiu de 30% para 35%. O grupo que não soube ou não respondeu permaneceu em 5%, segundo o estudo divulgado em maio. O saldo ainda é negativo, mas aponta afastamento da rejeição histórica.

No conjunto nacional, a sondagem indica equilíbrio entre aprovação e desaprovação da gestão. Desaprovação em 48% é a menor desde maio de 2025, quando alcançou 57%. A aprovação, de 47%, tem leve alta frente ao mês anterior.

O grupo de eleitores que se declara independente é o mais significativo para o cenário político. A taxa de desaprovação caiu de 58% em abril para 47% neste levantamento, enquanto a aprovação subiu de 32% para 41%.

Os fatores citados pelos pesquisadores como influentes incluem o efeito do programa Desenrola sobre rendas, a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e a percepção de cobertura jornalística mais favorável ao governo.

Regiões com melhora incluem Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste; o Norte também registrou avanço. O Sul foi a única região em que a desaprovação aumentou e a aprovação caiu. Dados refletem variações locais na percepção da gestão.

Entre jovens de 16 a 34 anos, a desaprovação recuou de 55% para 50% e a aprovação subiu de 41% para 43%. Em demais faixas etárias, os percentuais permaneceram estáveis.

Na distribuição por escolaridade, houve ganho entre quem tem ensino fundamental (aprovação de 58% e desaprovação de 38%). Entre ensino superior, a desaprovação recuou de 59% para 57% e a aprovação subiu de 36% para 37%.

Entre quem ganha até dois salários mínimos, a aprovação saltou de 54% para 59% e a desaprovação caiu de 40% para 36%. Para quem recebe entre dois e cinco salários, aprovação passou de 43% para 46% e desaprovação caiu de 52% para 48%.

Entre os que recebem acima de cinco salários, houve piora: desaprovação subiu de 58% para 60% e aprovação caiu de 39% para 35%.

A Quaest entrevistou 2.004 eleitores com 16 anos ou mais em todo o país, entre 5 e 8 de junho. O estudo tem registro BR-07661/2026 no TSE, nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais.

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