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Campanha nas redes pedindo fim da 6×1 pressiona senadores

Senado encara pressão nas redes para aprovação da PEC do fim da escala 6x1; Alcolumbre diz estar irritado e mantém o projeto sob resistência política

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  • A PEC que trata do fim da escala 6×1 tramita no Senado sem agenda definida, e Davi Alcolumbre estaria irritado com a pressão nas redes.
  • O analista Pedro Venceslau afirmou no Hora H que o presidente do Senado vê a pressão como uma “ação orquestrada” entre governo, PT e movimentos sociais para que senadores mudem de posição.
  • Uma PEC alternativa, chamada de “PEC das Horas Trabalhadas” e proposta por Rogério Marinho, ganhou apoio de cerca de 40 senadores, incluindo Alcolumbre, mas recuou após manifestações públicas.
  • Senadores como Cleitinho (Republicanos) e Romário (PL-RJ) retiraram o apoio, segundo Venceslau, devido ao desgaste político entre base e eleitorado.
  • Mesmo com a pressão, Alcolumbre não se mostrou sensibilizado e teria dito a interlocutores do governo Lula que quanto mais pressão, mais ele segura o projeto.

A PEC que trata do fim da escala 6×1 tramita no Senado sem agenda definida. A discussão ganhou as redes, com pressão para que senadores adotem posição favorável ou contrária à proposta enviada pela Câmara.

Davi Alcolumbre, presidente do Senado, estaria insatisfeito com o impulso externo sobre o tema. Analistas associam a reação às ações de governo, PT e movimentos sociais que pressionam pela mudança de posição.

Durante o programa Hora H, nesta quarta-feira (10), o analista Pedro Venceslau disse que o ambiente no Senado é de desconforto entre parte dos parlamentares e que a pressão seria uma tentativa de influenciar votos.

PEC alternativa e adesões

A chamada “PEC das Horas Trabalhadas”, apresentada por Rogério Marinho, chegou a contar com apoio de cerca de 40 dos 81 senadores, incluindo Alcolumbre. O envio à CCJ do Senado ocorreu rapidamente, mas houve recuo após manifestações de apoio público.

Entre os que recuaram, segundo a apuração, estão Cleitinho (Republicanos) e Romário (PL-RJ). Eles passaram a questionar o impacto político junto à base eleitoral e o desgaste do apoio à ideia.

A avaliação entre senadores, ainda segundo o analista, é de que muitos colegas permanecem em silêncio por receio do efeito eleitoral e do “selo” de opositores a uma possível folga adicional para trabalhadores.

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