- O Ministério Público de São Paulo denunciou Deolane Bezerra, Marcola e mais quatro pessoas por lavagem de dinheiro.
- A denúncia, protocolada nesta sexta-feira, aponta a atuação de um esquema com empresas de fachada para ocultar a origem ilícita dos recursos, movimentando milhões de reais.
- Deolane Bezerra, conhecida advogada e influenciadora, é citada como participante do esquema; Marcola, líder do PCC, também é alvo da acusação.
- A denúncia já foi encaminhada à Justiça paulista e aguarda análise do juiz; condenações podem resultar em prisão e multas.
- A investigação segue em andamento, com possibilidade de novas informações nos próximos dias.
O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) denunciou Deolane Bezerra, Marcola e mais quatro investigados por lavagem de dinheiro. A denúncia, apresentada nesta sexta-feira (11/06/2026), aponta um esquema que teria movimentado milhões de reais por meio de empresas de fachada. As acusações envolvem ocultação da origem ilícita dos recursos.
Segundo o MP-SP, as pessoas denunciadas utilizavam estruturas empresariais para dissimular a origem dos valores. A iniciativa teria contado com a participação de Deolane Bezerra, advogada e influenciadora, e de Marcola, líder do Primeiro Comando da Capital (PCC). Até o momento, não houve manifestações públicas dos denunciados.
A denúncia foi protocolada na Justiça de São Paulo e está sujeita à análise de um juiz. Caso haja condenação, os envolvidos podem enfrentar pena de prisão e aplicação de multas. A Procuradoria aguarda a continuidade das apurações e a apresentação de defesas no decorrer do processo.
Detalhes da denúncia
As investigações apontam que empresas de fachada foram usadas para ocultar a origem dos recursos, evitando rastreamento financeiro. O MP-SP ressalta que o caso envolve movimentação financeira superior a milhões de reais, com indícios de participação coletiva entre os denunciados.
Desdobramentos e próximos passos
A investigação permanece em curso, com novas informações previstas para as próximas semanas. Deolane Bezerra e Marcola ainda não comentaram o caso publicamente. A Justiça deverá apreciar a denúncia e decidir sobre eventual recebimento ou rejeição.
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