- Leniel Borel chamou de absurda a decisão da juíza Elizabeth Louro de perdoar judicialmente Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel.
- O pai afirma que vai recorrer na Justiça e que continuará buscando justiça para Henry, morto em vinte de março de 2021? [Oops: input says 8 de março de 2021].
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- Henry Borel morreu no dia 8 de março de 2021, aos quatro anos de idade, segundo as investigações.
- Monique Medeiros foi condenada por omissão diante da tortura sofrida pela criança e teve a acusação de homicídio doloso desclassificada para homicídio culposo; a juíza concedeu perdão judicial a ela.
- O júri considerou Jairinho culpado por homicídio duplamente qualificado, tortura e coação; ele recebeu pena de quarenta e três anos, nove meses e vinte dias de prisão.
- Leniel defende que a magistrada agiu de forma parcial, citando suposta militância ligada à Monique e dizendo que o foco do processo ficou apenas nela e em Jairinho, em detrimento de Henry.
Leniel Borel, pai de Henry Borel, criticou a decisão da juíza Elizabeth Louro que concedeu perdão judicial à Monique Medeiros, mãe da criança assassinada aos 4 anos no Rio de Janeiro. Ele afirma que a decisão foi parcial e que pretende recorrer na Justiça.
Segundo o pai, a magistrada teria conduzido o julgamento de maneira inclinada a favor de Monique, com base em uma linha de defesa centrada em questões de gênero. A família de Henry não reconhece qualquer vislumbre de justiça no veredito.
Henry foi torturado até a morte em 8 de março de 2021. A investigação apontou que o ex-vereador Jairinho, esposo de Monique, participou das agressões, com Monique supostamente ciente ou testemunha das cenas de violência.
Monique Medeiros foi condenada por omissão diante das agressões, tendo a acusação de homicídio doloso sido desclassificada para homicídio culposo. A juíza, porém, concedeu perdão judicial à mãe.
Já Jairinho foi condenado pela morte de Henry, além de violência e coação processual. A sentença estabeleceu a pena de 43 anos, 9 meses e 20 dias de prisão.
Leniel afirma que a defesa de Monique recebeu tratamento diferenciado, em contraste com o que ocorreu com a vítima. Ele sustenta que o foco do processo recaiu sobre Monique e Jairinho, em detrimento da memória de Henry.
Nessa semana, o pai entrou com recurso para anular o julgamento que concedeu o perdão judicial. Ele diz que o sofrimento de Henry ficou ofuscado e que o caso recebeu ampla atenção apenas para Monique e Jairinho.
O recuso visa reavaliar a validade do perdão concedido, mantendo o foco na figura da vítima. A família de Henry espera que a Justiça reavalie todos os fatos relevantes do caso.
As informações foram reunidas a partir de entrevista com Leniel Borel e documentos do processo envolvendo Monique Medeiros e Jairinho. Detalhes adicionais e atualizações deverão ser divulgados pelas autoridades competentes.
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