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Parques estaduais de SP passam a integrar programa de reforço de segurança

Parques estaduais de São Paulo passam a integrar o Programa Muralha Paulista; convênio de 24 milhões com a Emae implanta câmeras, gradis e 2 mil mudas no Parque Bruno Covas

Parque Linear Bruno Covas, às margens do Rio Pinheiros, é gerido pela Emae.
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  • Parques estaduais de São Paulo passam a integrar o Programa Muralha Paulista para reforçar a segurança com monitoramento inteligente; o Parque Linear Bruno Covas será a primeira unidade contemplada.
  • Convênio de vinte e quatro milhões de reais entre o governo estadual e a Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae) prevê instalação de vinte e duas câmeras em dezenove pontos do parque, cabines de monitoramento, gradis e outras infraestruturas, além do plantio de duas mil mudas nativas.
  • Primeira fase, com prazo de cento e cinquenta dias, vai até início de novembro e cobre um trecho de aproximadamente doze quilômetros, principalmente na margem esquerda; a segunda fase continua até março de dois mil e vinte e sete.
  • A Emae assumirá a operação do Parque Linear Bruno Covas e ficará responsável por manutenção, zeladoria e segurança, incluindo iluminação, divisórias entre ciclovia e margem e integração com o sistema de câmeras.
  • As melhorias nas margens do Rio Pinheiros integram o programa IntegraTietê, voltado para despoluição e saneamento, com a meta de universalização do saneamento para 2029 e possibilidade de expansão futura para vinte e quatro quilômetros.

Os parques estaduais urbanos de São Paulo devem passar a integrar o Programa Muralha Paulista, com reforço de segurança por meio de monitoramento integrado e uso de tecnologias. O convênio, no valor de R$ 24 milhões, é entre o governo do Estado e a Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae). O Parque Bruno Covas será a primeira unidade contemplada, com foco na segurança e na recuperação das margens do Rio Pinheiros.

A parceria prevê a instalação de 22 câmeras inteligentes em 19 pontos do parque, além de cabines de monitoramento, postes, gradis, pavimentação e plantio de 2.000 mudas nativas. A implementação ocorrerá em 150 dias, até o início de novembro, iniciando pela margem esquerda onde está o parque.

O acordo envolve a Emae, que já administra a área, e a Sabesp no papel de operacionalizar a gestão da área. A segunda fase está prevista para começar em novembro, buscando ampliar a intervenção para toda a extensão de 24 km das margens do rio, com continuidade até março de 2027.

Detalhes do convênio

  • A implantação inicial compreende a instalação de 22 câmeras, cabines de monitoramento e gradis em 19 pontos do Parque Bruno Covas.
  • A administração estadual ficará responsável pela guarda-corpo entre a ciclovia e a pista, bem como pela operação do sistema de câmeras integrado ao Programa Muralha Paulista.
  • A expectativa é ampliar o convênio para as demais áreas dos parques estaduais urbanos, conforme anunciado pela Semil.

Contexto e cronograma

O Parque Linear Bruno Covas, na zona sul de São Paulo, tem convivido com relatos de insegurança e roubos desde a abertura, em 2021, o que motivou a busca por mais estrutura e iluminação. As obras incluem também plantio de mudas nativas e melhoria da infraestrutura ao longo das margens do Pinheiros.

Segundo a secretaria estadual, as melhorias integram o programa IntegraTietê, voltado à revitalização de rios. A iniciativa visa despoluir o Pinheiros e avançar o saneamento, com metas associadas à universalização do serviço até 2029. As ações no local devem ocorrer em fases, iniciando pela margem leste e seguindo para a margem oeste.

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Parques estaduais de São Paulo passam a integrar o Programa Muralha Paulista com convênio de R$ 24 milhões para câmeras e infraestrutura no Parque Bruno Covas

Parque Linear Bruno Covas, às margens do Rio Pinheiros, é gerido pela Emae.
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  • Nesta quarta-feira, 10, o governo de São Paulo e a Emae assinaram convênio de R$ 24 milhões para reforçar a segurança do Parque Linear Bruno Covas, com câmeras inteligentes, gradis, cabines de monitoramento, sinalização, pavimentação e plantio de duas mil mudas nativas em dezenove pontos do parque.
  • A primeira fase prevê a instalação de vinte e duas câmeras distribuídas ao longo de cerca de doze quilômetros, principalmente na margem esquerda, com prazo de cem e cinquenta dias para ser concluída, até o início de novembro.
  • O acordo estabelece continuidade das ações para uma segunda fase, com conclusão prevista até março de 2027, ampliando a extensão de monitoramento e infraestrutura.
  • A Emae venceu a disputa pela permissão de uso de parte do Parque Linear Bruno Covas e passa a operar a área, ficando responsável por manutenção, zeladoria, segurança e eventual exploração comercial por quatro anos; a gestão pública ficará com o sistema de câmeras e a implantação de guarda-corpo.
  • Além de Bruno Covas, os demais parques estaduais urbanos passarão a integrar o Programa Muralha Paulista, como parte de ações para monitoramento, compartilhamento de informações e melhoria da segurança ao longo das margens do Rio Pinheiros.

O Parque Linear Bruno Covas, na zona sul de São Paulo, deverá ganhar reforço de segurança com o Programa Muralha Paulista. O convênio entre o governo estadual e a Emae prevê ações integradas de monitoramento, informações compartilhadas e uso de tecnologias inteligentes.

O acordo, no valor de R$ 24 milhões, será dividida entre o setor público e a empresa privada. Estão previstas 22 câmeras em 19 pontos do parque, cabines de monitoramento, gradis, sinalização, pavimentação e plantio de 2.000 mudas nativas.

A implantação ocupará o prazo de 150 dias, com início imediato e conclusão prevista para novembro. A primeira fase abrange cerca de 12 quilômetros, principalmente na margem esquerda do rio Pinheiros.

A Emae, que passa a administrar a área no fim de junho, ficará responsável pela manutenção, zeladoria e segurança, além de explorar o local por quatro anos. O governo ficará encarregado da instalação de guarda-corpo entre a ciclovia e a pista, e da operação do sistema de câmeras.

Além de Bruno Covas, os demais parques estaduais urbanos devem integrar o programa. As ações visam ampliar a segurança, facilitar a circulação de pedestres e ciclistas e melhorar a proteção das margens do Rio Pinheiros.

A iniciativa faz parte do programa IntegraTietê, lançado em 2023 para revitalizar rios na região metropolitana. De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, as melhorias devem avançar conforme metas de saneamento até 2029.

A secretária Natália Resende destacou que as medidas podem contribuir para redução de impactos, com melhoria da qualidade da água associada à despoluição. A avaliação aponta avanços na Cot em pontos da região, incluindo áreas próximas à Estação Elevatória de Pinheiros.

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