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PF investiga aporte de R$ 3 milhões de município de Pernambuco no Master

Polícia Federal investiga aporte de 3 milhões do Paulista (PE) no Banco Master; buscas em Paulista, Recife e Rio de Janeiro, com foco em falhas de governança.

Fachada da sede da Polícia Federal, em Brasília
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  • A Polícia Federal investiga um aporte de 3 milhões de reais do Previ Paulista (fundo de servidores de Paulista, PE) no Banco Master.
  • A ação, autorizada pela Justiça Federal, cumpre dez mandados de busca e apreensão em Paulista, Recife e no Rio de Janeiro, sob a operação Take Over.
  • A investigação aponta que a gestão do aporte não seguiu os procedimentos de governança para recursos previdenciários.
  • O objetivo é apurar possível gestão temerária, fraude ou crimes contra a administração pública e o sistema financeiro.
  • Em nota de novembro, o Previ Paulista informou que a aplicação ocorreu na gestão anterior (em 2024) e que houve reunião de governança contrária aos pareceres da consultoria e sem aprovação do Comitê de Investimentos.

A Polícia Federal investiga o aporte de 3 milhões de reais do fundo previdenciário dos servidores públicos de Paulista (PE) no Banco Master. A operação, autorizada pela Justiça Federal, cumpre mandados de busca e apreensão em Paulista, Recife e Rio de Janeiro. O objetivo é apurar irregularidades na gestão de recursos públicos.

A ação, batizada de Operação Take Over, atende a dez mandados. Eles são cumpridos na cidade de Paulista e também em Recife e no Rio de Janeiro, conforme determinação judicial. O foco é verificar se houve gestão temerária ou fraude envolvendo o investimento.

De acordo com a PF, a apuração inicial indica que o aporte do Instituto de Previdência Social do Município de Paulista (PreviPaulista) não seguiu procedimentos de governança exigidos para gerir recursos previdenciários. Investiga-se, ainda, possível responsabilização por crimes contra a administração pública e o sistema financeiro.

Operação Take Over

Em nota proferida em novembro do ano passado, o PreviPaulista informou que a aplicação ocorreu na gestão anterior, em 2024. A autarquia afirmou que auditorias preliminares apontaram que o investimento foi feito sem a governança interna adequada, contrariando parecer da consultoria de investimentos contratada e sem aprovação do Comitê de Investimentos.

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