- Renan Santos, pré-candidato pelo Missão, aparece em terceiro lugar em pesquisa, com 3% das intenções de voto, buscando crescer como terceira via.
- Ele defende uma agenda liberal sem privatizar a Petrobras e critica Lula e Bolsonaro como seus inimigos históricos.
- O público-alvo é o eleitorado jovem e quem está insatisfeito com os dois lados, apoiando o histórico do MBL e a oposição ao PT.
- Santos se inspira em Javier Milei para reformas fiscais rápidas e vê oportunidades em minerais estratégicos e energia para impulsionar o crescimento.
- A meta é tornar-se competitivo no segundo turno ao provar viabilidade para derrotar Flávio Bolsonaro e abrir espaço para alianças na direita.
Renan Santos, pré-candidato pelo Missão, partido do MBL, aparece como alternativa de terceira via nas eleições, segundo pesquisa recente. Ele figura em terceiro lugar, com 3% das intenções de voto, e afirma que pretende combater o que chama de liberalismo simplista vigente no debate político.
O candidato afirma que não é um liberal de rótulo fácil, critica alianças entre representantes da esquerda e da direita, e evita privatizar a Petrobras. Santos sustenta que a agenda fiscal pode andar associada a reformas rápidas, sem abrir mão de ativos estratégicos. Seu objetivo é conquistar eleitores jovens e insatisfeitos com o status quo político.
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Contexto da candidatura
Santos ressalta o histórico no MBL e a oposição ao PT, que classifica como inimigo histórico. Ele aponta uma agenda fiscal rígida e reformas logo no início do mandato, inspiradas em ideias defendidas por Javier Milei, da Argentina. O pré-candidato afirma que o Brasil pode ampliar o uso de recursos minerais e de energia para promover o crescimento.
Ele adota o tom de crítico de Jair Bolsonaro, citando relações entre o senador Flávio Bolsonaro e o crime organizado no Rio de Janeiro. Santos afirma que precisa ganhar espaço para se provar como opção viável no segundo turno, sinalizando a possibilidade de coalizões com segmentos da direita.
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Proposta econômica e estratégias
O candidato aponta necessidade de evitar o aumento de gastos públicos caso Lula seja reeleito, defendendo medidas de ajuste fiscal já no começo do governo. Entre as propostas, cita o fim de indexações e cortes de despesas como pilares da estratégia fiscal.
Santos também defende o aproveitamento de potenciais atalhos para impulsionar o crescimento, como a cadeia de mineração de minerais estratégicos e o desenvolvimento de negócios que agreguem valor dentro do Brasil. Além disso, vê na atração de investimentos para data centers uma oportunidade para a matriz energética do país.
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Petrobras e posicionamento internacional
Questionado sobre privatizações, ele sustenta que vender a Petrobras não faz parte de uma agenda fiscal responsável. Afirmou que o 圆a de privatizações anteriores mostrou exemplos problemáticos e que é preciso manter marcos regulatórios para proteger acionistas. Em relação a outras estatais, mencionou que, em contextos específicos, a venda pode ser avaliada, mas sem colocar a Petrobras na lista de prioridades.
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