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Brad Lander é absolvido de obstruir elevador em instalação do ICE em NY

Julgador absolve Brad Lander de obstrução de elevador na sede da ICE em Manhattan; não há prova de intenção, apenas fadiga aparente

Brad Lander, center, speaks outside of federal court after being found not guilty in his immigration court arrest in New York City on 11 June 2026.
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  • Brad Lander foi considerado não culpado de obstruir um elevador durante tentativa de inspecionar salas de imigrantes detidos, em prédio federal de Manhattan.
  • O incidentes ocorreu no edifício 26 Federal Plaza, que abriga escritório do ICE e tribunais de imigração; o caso ocorreu em de 18 de setembro de 2025.
  • O juiz Henry Ricardo afirmou que Lander parecia cansado e não agiu de forma deliberadamente obstrutiva, o que levou à absolvição.
  • As provas indicaram que, embora impedidos de entrar, Lander e outros deputados respeitaram ordens de parar de bater nas portas; não houve comprovação de intenção de obstrução.
  • Lander, ex-controlador da cidade de Nova York, concorre a uma vaga na Câmara dos Deputados e reagiu ao veredito com sorriso, ressaltando o compromisso com direitos civis.

Brad Lander foi considerado inocente de obstrução de elevador durante a investigação de alvos detidos em instalações do ICE em Manhattan. O juiz Henry Ricardo alegou que o político aparentava cansaço, não intencionalidade obstructiva, ao ficar diante do elevador.

O julgamento ocorreu em uma corte federal de Manhattan, em 26 Federal Plaza, onde fica o escritório do ICE e a corte de imigração. Lander, ex-controlador de Nova York, enfrenta disputa eleitoral pela cadeira na Câmara dos EUA.

No dia da cena, 18 de setembro de 2025, Lander e outros 10 políticos foram detidos após tentarem inspecionar salas de detenção diante de denúncias de superlotação e morem. Eles ficaram no piso da bancada do elevador 10, enquanto aguardavam entrada.

O promotor precisava provar a intenção de bloquear a área. O magistrado não concordou, destacando que os réus cessaram as tentativas de bater em portas após ordens de autoridades. A defesa citou que canção entoada por Lander era um hino de direitos civis e não um sinal de obstrução.

Pouco depois da leitura da verdict, Lander saiu sorrindo do tribunal. Ele alegou, com um boné do Knicks, que a frase defendia o compromisso com direitos civis e o estado de direito.

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