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Edinho chama Trump de maior representante do fascismo do século 21

Edinho Silva chama Trump de maior representante do fascismo do século XXI, associando expansão, xenofobia, guerra econômica e a crise global desde 2008

Edinho (foto) caracterizou a agenda de Trump como combinação de expansionismo, perseguição a imigrantes, guerra econômica, desprezo pelas "instituições democráticas" e defesa agressiva da hegemonia norte-americana
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  • Edinho Silva, presidente nacional do PT, chamou Donald Trump de “maior representante do fascismo” do século XXI, em artigo publicado na Folha de S. Paulo.
  • O texto associa o crescimento do fascismo global a uma crise econômica que persiste desde 2008 e ao aumento da insegurança social.
  • Edinho aponta Trump como figura central desse movimento, descrevendo sua agenda como expansionismo, perseguição a imigrantes, guerra econômica, desprezo pelas instituições democráticas e defesa da hegemonia norte-americana.
  • O artigo, intitulado Democracia ou barbárie é a escolha do nosso tempo, afirma que resultados eleitorais na Europa mostram avanço da extrema direita, citando Portugal como exemplo.
  • O dirigente critica a reversão econômica na América Latina, atribuindo-a à mudança de governos para posições neoliberais, e cita China e Índia como exemplos de países que enfrentaram melhor a crise.

Edinho Silva, presidente nacional do PT, classificou Donald Trump como o maior representante do fascismo do século 21. A declaração foi publicada em artigo no jornal Folha de S.Paulo nesta quinta-feira, 11 de junho de 2026, no contexto de debate sobre frear o avanço autoritário no cenário global.

O texto integra o debate promovido pelo 8º Congresso Nacional do PT, que discute caminhos para conter o uso de políticas autoritárias mundialmente. Edinho analisa o fortalecimento de lideranças de direita na América e na Europa, com Trump destacado como figura central.

No artigo intitulado Democracia ou barbárie é a escolha do nosso tempo, o líder petista liga o crescimento de tendências fascistas a uma crise econômica que persiste desde 2008. Ele aponta aumento da insegurança social, medo do futuro e descrença nas instituições.

Edinho ressalta que recentes eleições na Europa evidenciam a ascensão de partidos de extrema direita, que condicionaram governos e consolidaram discursos xenófobos. Portugal é citado como exemplo de sinal de esperança nesse cenário.

Segundo o PT, a direita não oferece respostas consistentes para a precarização do trabalho e o alto custo de vida, o que facilita a legitimação de discursos extremistas. A solução defendida é a reorganização econômica e a defesa da democracia como ferramenta de transformação.

Na visão do presidente do PT, a América Latina vive reversão econômica após um período de crescimento. O diagnóstico aponta ruptura de ciclo político regional, com maioria de governos antes alinhados a projetos de desenvolvimento, hoje majoritariamente favoráveis à redução do Estado e ao neoliberalismo.

Edinho cita China e Índia como exemplos de países que enfrentaram melhor a crise, mantendo planejamento estatal, investimentos públicos e estímulo ao mercado interno. A crítica visa apontar caminhos para conter a expansão de autoritarismo global.

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