- Camilo Santana, ex-ministro da Educação e senador pelo PT no Ceará, é favorável à classificação do Comando Vermelho e do PCC como organizações terroristas.
- Ele afirma concordar com sessenta por cento dos brasileiros que defendem essa classificação também pelo governo brasileiro, conforme pesquisa Genial/Quaest.
- O senador diz que as facções “causam terrorismo” no Brasil inteiro e que, se necessário, devem ser classificadas como terroristas.
- Santana comentou que já informou a Lula que o presidente fez um discurso considerado equivocado ao reagir à decisão dos Estados Unidos sobre o tema.
- Para ele, os Estados Unidos podem colaborar com a proposta de cooperação internacional de Lula no combate ao crime organizado, mantendo o tema longe de motivações políticas.
Ex-ministro da Educação e atual senador pelo PT, Camilo Santana afirmou à coluna que é favorável à classificação das facções brasileiras Comando Vermelho (CV) e PCC como organizações terroristas. A declaração foi feita no contexto de debates sobre segurança pública no Brasil.
Santana lembrou apoio de parte da população, citando pesquisa que aponta 60% dos brasileiros a favor da classificação. O parlamentar sustentou que, se comprovadas práticas de violência, as facções devem receber esse enquadramento legal.
O ex-governador do Ceará disse ter informado Lula sobre o tema. Conforme o senador, o presidente fez um discurso considerado equivocado ao reagir a decisões dos EUA. Santana acrescentou que os EUA podem colaborar com proposta de cooperação internacional contra o crime organizado.
Lula afirmou, em Sergipe, que o combate ao CV e ao PCC é uma luta do Brasil e não apenas dos EUA. Para Santana, o tema da segurança não deve servir a estratégia política local, mantendo o foco no enfrentamento do crime organizado.
Ponto de vista e desdobramentos
Camilo Santana defende manter o tema sob avaliação técnica e jurídica, sem politização. A posição do senador coincide com debates sobre medidas restritivas para as facções, em alinhamento com tendências internacionais de enfrentamento ao terrorismo.
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