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Planos de pré-candidatos ao governo de MG: torcida na Copa ou campanha?

Entre a Copa e a política, quatro pré-candidatos ao governo de Minas mantêm agendas institucionais; campanha fica condicionada a jogos e convenções, com foco no interior

Montagem com Cleitinho Azevedo, Alexandre Kalil, Mateus Simões e Gabriel Azevedo
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  • Cleitinho Azevedo, senador pelo Republicanos, afirma que Copa não muda planos e que só acompanhará jogos se não tiver agenda; a decisão sobre encabeçar a chapa depende da convenção.
  • Kalil, ex-prefeito de Belo Horizonte (PDT), prevê agenda de pré-campanha e articulações com partidos de centro; alianças devem se fechar próximo às convenções.
  • Mateus Simões, governador (PSD), diz que continuará com a agenda do Governo Presente; acompanhará as partidas, mas acredita que a Copa atrapalha a campanha e retomará o tema após o evento.
  • Gabriel Azevedo, ex-presidente da Câmara de BH (MDB), planeja viagens ao interior e o fechamento do plano de governo entre 15 de junho e 15 de julho; não pretende parar a pré-campanha durante a Copa.
  • A Copa do Mundo começa em 11 de junho com México x África do Sul; o Brasil joga no dia 13 de junho.

A Copa do Mundo de 2026 começa nesta quinta-feira, 11 de junho, com a partida entre México e África do Sul. O torneio, que segue até julho, não mudou de rumo entre os pré-candidatos ao governo de Minas Gerais. Entre os quatro mais bem colocados, a prioridade indicada é manter o trabalho institucional ou a trajetória eleitoral.

Cleitinho Azevedo, líder nas pesquisas, ainda não oficializou sua candidatura. O senador reconhece que não é momento de articulações e afirma que só definirá a futuro, próximo às convenções. Ele diz que só verá jogos se não houver agenda oficial.

Kalil, ex-prefeito de Belo Horizonte, também não pretende interromper atividades, mas voltadas a pré-campanha e alianças. A agenda envolve negociações com partidos de centro, com edições de encontros marcados e conversas com lideranças, incluindo o PT.

Planos durante a Copa

Mateus Simões, governador, afirma manter todas as agendas, especialmente o programa Governo Presente, que leva ações da capital mineira a cidades do interior. Confirma acompanhar os jogos com a esposa, sem entusiasmo declarado pelo futebol.

Simões sustenta que o clima da Copa pode atrapalhar a corrida eleitoral, e diz que deve retomar o tema eleitoral após o evento. Ele também comenta a coincidência de apoiar a mobilização nacional sem abandonar compromissos de gestão.

Gabriel Azevedo, ex-presidente da Câmara de Belo Horizonte, prevê uma agenda intensa durante a Copa, com viagens ao interior para ampliar o alcance da pré-campanha. Planeja fechar o plano de governo entre 15 de junho e 15 de julho, com pesquisas para orientar a atuação.

O emedebista destaca que, mesmo com o futebol, seguirá com a pré-campanha e manterá atividades de governo. A intenção é manter a presença pública, marcando visitas a dezenas de municípios e levando o conteúdo do programa Minas Pensando Minas.

Os quatro políticos citados mantêm a ideia de atuação contínua, com diferenças nas ênfases entre gestão, campanha e alianças. A Copa, conforme afirmam, não deverá substituir a agenda eleitoral nem comprometer compromissos de governo durante o período.

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