- O Ministério Público Federal pediu o arquivamento da investigação por fraude em cartão de vacinação envolvendo os ex-assessores presidenciais Max Guilherme Machado de Moura e Sérgio Rocha Cordeiro.
- Eles chegaram a ficar quatro meses presos preventivamente em 2023 pela suspeita de participação no esquema.
- A apuração tramita na Justiça Federal do Rio de Janeiro, após ter saído do Supremo Tribunal Federal no ano passado.
- O MPF afirmou que não havia elementos mínimos de autoria delitiva para justificar a continuidade das investigações.
- Max Moura e Sérgio Cordeiro atuaram como assessores especiais de Bolsonaro durante a Presidência e, posteriormente, seguiram o ex-presidente fora do cargo.
O Ministério Público Federal pediu o arquivamento da investigação sobre fraude em cartão de vacina envolvendo os ex-assessores presidenciais Max Guilherme Machado de Moura e Sérgio Rocha Cordeiro. A apuração tramita na Justiça Federal do Rio de Janeiro, originária do STF. Eles chegaram a ficar presos preventivamente por quatro meses em 2023.
Segundo o MPF, não há elementos mínimos de autoria delitiva que comprovem participação dolosa dos ex-assessores nas práticas investigadas. A defesa informou que a solicitação será analisada pela Justiça Federal.
Max Moura e Sérgio Cordeiro atuaram no gabinete de Jair Bolsonaro e, após deixarem o cargo, permaneceram como parte da equipe que acompanha o ex-presidente. Os investigadores apontaram cartões de vacinação falsos criados em nomes deles, mas o MPF sustenta a ausência de provas suficientes para responsabilização.
Atualização
A decisão sobre o arquivamento será considerada pela Justiça Federal do Rio de Janeiro, que já acompanhava o caso desde o início das apurações. A tramitação teve desdobramentos após o interesse do STF na continuidade do inquérito.
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