- Juiz americano nega pedido do Kennedy Center para suspender decisão que remove o nome de Donald Trump do prédio.
- O juiz Christopher Cooper havia decidido, no mês passado, que o nome de Trump foi incluído indevidamente e que apenas o Congresso poderia alterar o nome.
- A ordem determinava que referências ao presidente fossem retiradas até sexta-feira.
- Em 4 de junho, o Kennedy Center orientou a equipe a mostrar o nome como “The John F Kennedy Center for the Performing Arts” ou apenas “Kennedy Center”.
- O site já retirou o nome de Trump, e um e-mail aos associados para pacotes de ingressos da cerimônia de 28 de junho foi enviado como “the Kennedy Center” — sem mencionar Trump.
A juíza rejeitou nesta sexta-feira o pedido do Kennedy Center para suspender a decisão que determina a retirada do nome de Donald Trump do prédio. A decisão foi comunicada hoje pelo tribunal federal.
O juiz Christopher Cooper havia concluído no mês passado que o nome do ex-presidente foi adicionado ao Kennedy Center de forma ilegal. Ele afirmou que apenas o Congresso poderia alterar o nome da instituição e ordenou que referências ao presidente fossem removidas até sexta-feira.
Segundo um memorando de 4 de junho, enviado aos funcionários do Kennedy Center, assinaturas de e-mail, papéis timbrados e outros documentos deveriam mencionar o nome como The John F Kennedy Center for the Performing Arts ou apenas Kennedy Center.
O site do Kennedy Center já utiliza a designação sem o nome de Trump. E um e-mail enviado a membros, oferecendo pacotes de ingressos para a cerimônia do 28 de junho, foi enviado com a identificação apenas como Kennedy Center.
Historicamente, Trump teve influência sobre o center quando retomou o cargo. Um mês após tomar posse pela segunda vez, ele substituiu a liderança anterior pelo conselho que o nomeou presidente.
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