- O presidente do STF, Edson Fachin, divulgou nota após a decisão italiana de negar a extradição de Carla Zambelli.
- Zambelli foi condenada a dez anos de prisão por ter contratado um hacker para invadir o CNJ.
- A Suprema Corte de Cassações da Itália anulou o pedido de extradição, libertou a ex-deputada e ela foi levada a um presídio nos arredores de Roma.
- A Itália havia apontado suposta imparcialidade do relator, ministro Alexandre de Moraes, mas Fachin disse que as decisões foram validadas pelo colegiado e que Moraes não era suspeito.
- O STF reafirmou independência e imparcialidade, destacando atuação com deferência aos pedidos de extradição e respeito ao devido processo.
Brasília, 12 de junho de 2026.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, comentou a decisão italiana que negou a extradição da ex-deputada Carla Zambelli. A nota ressalta que o julgamento no Brasil seguiu a Constituição e o due process, e que o STF costuma atender pedidos de extradição de tribunais estrangeiros.
A decisão italiana anulou o pedido de extradição e libertou Zambelli, que estava foragida após a condenação a dez anos de prisão pela invasão de sistemas do CNJ. Ela foi capturada semanas depois e encaminhada a um presídio nos arredores de Roma.
Fachin expressou preocupação com a recusa italiana, afirmando que o caso brasileiro seguiu os trâmites legais e que o STF atua com independência. A Presidência do STF sustenta a imparcialidade do julgamento conduzido pelo relator, Alexandre de Moraes, e do colegiado.
Segundo a nota, foi oferecida denúncia pela Procuradoria-Geral da República pela invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica. A Primeira Turma do STF recebeu a denúncia por unanimidade e confirmou as decisões do relator Moraes.
A nota afirma ainda que as decisões do relator foram validadas pelo colegiado e que Moraes não teria sido considerado suspeito para julgar o caso. A defesa da jurisdição brasileira e da independência do Poder Judiciário é destacada pela Presidência.
Brasília, 12 de junho de 2026. A íntegra da posição foi assinada pelo presidente do STF, ministro Luiz Edson Fachin, que reforçou a independência e o tratamento de cooperação jurídica entre Brasil e Itália.
Entre na conversa da comunidade