Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

STF responde à Justiça italiana após decisão envolvendo Carla Zambelli

STF reafirma independência no caso Zambelli; nota oficial contesta imparcialidade italiana e sustenta tramitação conforme a Constituição

A ex-deputada Carla Zambelli, condenada a dez anos de prisão pela invasão de sistemas da Justiça nacional (Felipe Rau/Estadão Conteúdo/.)
0:00
Carregando...
0:00
  • O presidente do STF, Edson Fachin, divulgou nota após a decisão italiana de negar a extradição de Carla Zambelli.
  • Zambelli foi condenada a dez anos de prisão por ter contratado um hacker para invadir o CNJ.
  • A Suprema Corte de Cassações da Itália anulou o pedido de extradição, libertou a ex-deputada e ela foi levada a um presídio nos arredores de Roma.
  • A Itália havia apontado suposta imparcialidade do relator, ministro Alexandre de Moraes, mas Fachin disse que as decisões foram validadas pelo colegiado e que Moraes não era suspeito.
  • O STF reafirmou independência e imparcialidade, destacando atuação com deferência aos pedidos de extradição e respeito ao devido processo.

Brasília, 12 de junho de 2026.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, comentou a decisão italiana que negou a extradição da ex-deputada Carla Zambelli. A nota ressalta que o julgamento no Brasil seguiu a Constituição e o due process, e que o STF costuma atender pedidos de extradição de tribunais estrangeiros.

A decisão italiana anulou o pedido de extradição e libertou Zambelli, que estava foragida após a condenação a dez anos de prisão pela invasão de sistemas do CNJ. Ela foi capturada semanas depois e encaminhada a um presídio nos arredores de Roma.

Fachin expressou preocupação com a recusa italiana, afirmando que o caso brasileiro seguiu os trâmites legais e que o STF atua com independência. A Presidência do STF sustenta a imparcialidade do julgamento conduzido pelo relator, Alexandre de Moraes, e do colegiado.

Segundo a nota, foi oferecida denúncia pela Procuradoria-Geral da República pela invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica. A Primeira Turma do STF recebeu a denúncia por unanimidade e confirmou as decisões do relator Moraes.

A nota afirma ainda que as decisões do relator foram validadas pelo colegiado e que Moraes não teria sido considerado suspeito para julgar o caso. A defesa da jurisdição brasileira e da independência do Poder Judiciário é destacada pela Presidência.

Brasília, 12 de junho de 2026. A íntegra da posição foi assinada pelo presidente do STF, ministro Luiz Edson Fachin, que reforçou a independência e o tratamento de cooperação jurídica entre Brasil e Itália.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais