- Juiz federal rejeitou o recurso do Kennedy Center e do Departamento de Justiça para suspender a retirada do nome de Trump, fixando o prazo de 14 dias para concluir a remoção.
- Em decisão anterior, o juiz argumentou que o Centro John F. Kennedy para as Artes Cênicas foi renomeado de forma ilegal e que apenas o Congresso pode alterar a denominação.
- O tribunal manteve a ordem de remoção, enquanto o governo recorreu a instância superior para tentar impedir a execução.
- No local, trabalhadores montavam andaimes e uma multidão se reunia diante do edifício, acompanhando o andamento da retirada por meio de livestream.
- O Kennedy Center pediu extensão do prazo por causa de tempestades elétricas; Trump reagiu dizendo que desistia do controle do centro.
Um juiz federal dos EUA rejeitou nesta sexta-feira (12/6) um recurso do Kennedy Center e do Departamento de Justiça para suspender a retirada do nome de Donald Trump da fachada do Kennedy Center, em Washington.
A decisão mantém a ordem anterior de remover o nome do presidente do prédio e de materiais ligados ao centro. O magistrado afirmou que o interesse público tende a não sustentar a manutenção de uma ação governamental ilegal.
Em decisão de 29 de maio, o juiz Christopher Cooper já havia determinado que o Kennedy Center havia renomeado o espaço de forma Ilegal e que apenas o Congresso tem competência para alterar a denominação. O governo recebeu 14 dias para concluir a retirada.
Após o novo recurso, a retirada prosseguiu com trabalhadores montando andaimes diante do edifício e a cena foi acompanhada por milhares de espectadores em livestream. O Kennedy Center afirmou que houve atraso devido a tempestades elétricas, citando questões de segurança.
Antes da meia-noite, o centro pediu uma extensão de prazo, mantendo o cronograma para concluir a retirada nas primeiras horas da manhã. O juiz não acatou o pedido de suspensão adicional, mantendo o prazo anterior.
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