- Trabalhadores iniciaram, no sábado, a remoção do nome de Donald J. Trump da fachada do Kennedy Center, após o prazo judicial ter vencido na sexta-feira.
- Na sexta, transmissões ao vivo mostraram apenas a montagem de andaimes, sem a remoção do nome.
- No sábado, uma cortina foi desenrolada para ocultar a remoção real, enquanto a faixa permanecia na fachada.
- O diretor executivo do Kennedy Center, Matthew Floca, afirmou em documento judicial que toda a sinalização física que nomeava o centro foi removida, mas a lona permanece.
- Em maio, o juiz federal determinou que o centro violou a lei ao adicionar o nome do presidente e que apenas o Congresso pode mudar o nome.
O Kennedy Center, em Washington, DC, removeu o nome de Donald J. Trump da fachada exterior. A ação ocorreu na manhã de sábado, horas após o prazo determinado pela Justiça, que deveria ter encerrado na sexta-feira, ter se esgotado.
Na sexta-feira, transmissões ao vivo mostraram trabalhadores montando andaimes, sem iniciar a remoção do nome. O foco do conteúdo ao vivo permaneceu na estrutura externa da casa de artes.
Na manhã seguinte, a construção avançou com a passagem de uma cortina grande que ocultou a remoção efetiva do dizeres, enquanto dezenas de espectadores passavam pelo local sem perceber o que acontecia do outro lado.
Contexto legal
Matthew Floca, diretor de operações e executivo do Kennedy Center, confirmou em um despacho judicial que foram removidas todas as sinalizações físicas que associavam o centro a qualquer nome além de John F. Kennedy. Contudo, a lona continuava instalada horas depois dessa remoção.
No fim de maio, um juiz federal determinou que o conselho violou a lei ao acrescentar o nome do presidente, e também bloqueou a possibilidade de o Kennedy Center fechar temporariamente para reformas neste verão. A decisão ressalta que o nome do centro foi criado por decisão do Congresso e somente o Congresso pode alterá-lo.
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