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Prefeitura de Limeira processa governo por omissão após morte em rope jump

Prefeitura de Limeira processará o governo federal por omissão após morte de jovem em rope jump na Ponte do Esqueleto

Cena chocante: mulher é lançada sem cordas em salto de rope jump
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  • A prefeitura de Limeira anunciou que processará o governo federal por omissão quanto ao uso indevido da Ponte do Esqueleto, entre Limeira e Cordeirópolis.
  • O prefeito Murilo Félix afirma que a cobrança ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos não teve êxito desde 2025 e que a morte de Maria Eduarda torna a omissão insustentável.
  • A ponte, construída para uma ferrovia não operada, está abandonada e hoje integra o patrimônio da União após ter sido da Rede Ferroviária Federal S.A.
  • Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu após ser lançada de cerca de 40 metros durante salto de rope jump, sem corda de segurança.
  • Seis pessoas foram presas, com três liberadas depois; três investigadas por homicídio com dolo eventual, entre elas dois homens de 47 e 32 anos e um de 27 anos, incluindo um bombeiro civil.

Horas após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, a prefeitura de Limeira anunciou que processará o governo federal por omissão quanto ao uso inadequado da Ponte do Esqueleto, entre Limeira e Cordeirópolis, área de esportes radicais.

A ponte, destinada a uma ferrovia que nunca funcionou, é administrada pela União. Em décadas de abandono, o espaço continuou sendo utilizado para atividades de alto risco, apesar de estudos e pedidos de bloqueio.

Maria Eduarda tinha 21 anos e caiu de 40 metros durante um salto de rope jump sem corda de segurança, conforme imagens divulgadas nas redes. O Samu atendeu a ocorrência, mas a vítima veio a óbito no local; o noivo precisou de atendimento após o fato.

Seis pessoas foram presas na sequência do incidente. Duas fugiram, mas foram localizadas pela Polícia Militar com apoio do helicóptero Águia. Três detidos foram liberados. Os demais, com idades de 47, 32 e 27 anos, serão investigados por homicídio com dolo eventual; entre eles está um bombeiro civil.

Desdobramentos legais

  • Investigação aponta envolvimento de moradores que ajudavam nos preparativos para o salto, ainda sem divulgação de identidades.
  • A prefeitura sustenta que a omissão do governo federal contribuiu para a repetição do risco na ponte.
  • A defesa dos envolvidos e a cobrança de responsabilização estão em andamento, com fases de apuração em curso.

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