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Simone Tebet faz revelação sobre Lula durante encontro com empresários

Simone Tebet afirma que plano estratégico de vinte e cinco anos, com metas, ficou pronto no Ministério do Planejamento, mas Lula não assinou o decreto

Simone: "O planejamento está pronto. Eu visitei todas as capitais, todos os setores. Temos indicadores e metas para qualquer assunto. O presidente não assinou o decreto" (Washington Costa/MPO/.)
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  • Simone Tebet, ex-ministra do Planejamento, afirmou que, sob sua gestão, o ministério concluiu um plano estratégico de 25 anos para o Brasil, com indicadores e metas em várias áreas.
  • Ela disse ter visitado todas as capitais e setores para montar o planejamento, mas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não assinou o decreto de implementação.
  • O anúncio ocorreu durante encontro com investidores organizado pela Prada Assessoria, em São Paulo.
  • Tebet também se posicionou contrariamente à reforma política com lista fechada, argumentando que o Brasil ainda não tem maturidade para essa modalidade.

Um encontro com investidores realizado pela Prada Assessoria, em São Paulo, trouxe à tona uma revelação da ex-ministra do Planejamento Simone Tebet. Ela afirmou que, durante sua gestão, o Ministério concluiu um plano estratégico de 25 anos para o Brasil, com indicadores e metas para áreas como infraestrutura e sustentabilidade. O plano não saiu do papel porque o decreto correspondente não foi assinado pelo presidente Lula.

Tebet destacou que visitou todas as capitais e percorreu diversos setores para estruturar o planejamento. Segundo ela, o documento estava pronto, com metas claras para diferentes temas, mas o governo não concluiu a assinatura no último ano de gestão.

O encontro foi mediado por Lucia Hauptman, CEO da Prada Assessoria, e ocorreu com participação de investidores interessados. Tebet também comentou sobre a reforma política, rejeitando a lista fechada por considerar que não representa a maturidade política atual do Brasil.

Reforma política

A ex-ministra disse que a lista fechada pode permitir que familiares próximos assumam cargos no topo das candidaturas. Ela afirmou que, na avaliação dela, o Brasil ainda não tem a maturidade necessária para esse modelo.

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