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Diferença entre roubo e latrocínio é de fração de segundo, diz Flávio

Flávio Bolsonaro afirma que diferença entre roubo de celular e latrocínio é fração de segundo; defende penas mais duras e 500 mil vagas prisionais

Na image, Flávio Bolsonaro durante o Veja Fórum Rumos do Brasil, em São Paulo
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  • O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse, em 15 de junho de 2026, no Veja Fórum Rumos do Brasil, que ladrões de celular devem permanecer presos e que a diferença entre roubo de celular e latrocínio é uma “fração de segundo”.
  • Ele criticou a atuação do governo federal na segurança pública, afirmando que o presidente Lula “passa a mão na cabeça” de criminosos.
  • Flávio afirmou que o primeiro passo para a segurança pública já foi dado com o aumento de penas frequentemente associados à Lei Antifacção e defendeu que juízes considerem a habitualidade criminosa na audiência de custódia.
  • O deputado disse que o Brasil precisa de 500 mil novas vagas em prisões; o Conselho Nacional de Justiça apontou superlotação de 161,7% e déficit de 298.875 vagas.
  • Volta a criticar Lula por não classificar o PCC e o CV como organizações terroristas, afirmando que defende os brasileiros enquanto o presidente defende os bandidos.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, participou nesta segunda-feira (15.jun.2026) do Veja Fórum Rumos do Brasil, em São Paulo. Durante o evento, ele afirmou que ladrões de celular devem permanecer presos e que a diferença entre roubo de celular e latrocínio é uma fração de segundo. A fala ocorreu no contexto de críticas ao atual governo na área de segurança pública.

Ele argumentou que a atuação do governo federal não é firme o suficiente no combate à criminalidade e criticou posições do presidente Lula sobre o tema. Flávio ressaltou a necessidade de endurecimento de medidas punitivas para crimes de furto de celular, em alinhamento com a agenda de segurança defendida pela sua candidatura.

O senador disse que já houve avanço com o aumento de penas previsto na Lei Antifacção e defendeu que juízes considerem a habitualidade criminosa na audiência de custódia para a prisão em casos pertinentes. Também apresentou a meta de ampliar o sistema prisional com 500 mil novas vagas.

Propostas para a segurança pública

Flávio afirmou que o Brasil precisa ampliar a capacidade carcerária para reduzir a superlotação. Segundo dados do CNJ, a taxa de ocupação chegou a 161,7%, com déficit estimado em quase 299 mil vagas. O candidato reiterou a necessidade de ações que desestimulem a criminalidade e incentivem a responsabilização de infratores.

O pré-candidato também criticou a posição do governo sobre organizações criminosas. Afirmou que o presidente não classifica PCC e CV como terroristas e disse defender os brasileiros, em contraste com as políticas consideradas brandas para os criminosos.

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